segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Pequenas crônicas dos 100 anos da Pibac 69

 



69 -Secretaria da Pibac- tudo passa por ali

Com a inauguração do templo,  e tudo funcionando  bem, os serviços internos da igreja cresceram muito, e durante o ministério do pr Washington, se percebe a  necessidade de ter uma secretária funcionando  durante o expediente normal.

Assim, a igreja contrata a Sandra Mesquita para ser a secretária da igreja, organizando a agenda do pastor, a agenda dos departamentos, atendimento aos membros da igreja e a comunidade,  cuidar das correspondências, atender o telefone, fazer o boletim semanal entre outras ações tão necessárias.

Sandra passou 5 anos (1988-1993) nessa função,  o que deu uma estabilidade para o desenvolvimento do serviço. Depois assume Renata Alves. Que também tem uma história bem marcante ficando 20 anos  (1993 a 2013) a frente da Secretária.

Após a Renata,  assume  a Paloma Furtado( 2013/2014),  a Veralaine Rocha (2014), Yohana Coutinho (2015),  a Kiscilla dos Santos  (2016/2019) , Alice Mesquita(2019/2022). Desde 2022,  a igreja tem a satisfação de ter o Julian Vianna desenvolvendo essa área de forma brilhante.

Podemos afirmar que todos os que exerceram essa função colaboraram, e muito, para que a Pibac tivesse um funcionamento de excelência.

Pequenas crônicas dos 100 anos da Pibac 72

 


72 -  Tempos do pr. Manoel Dias

Entre abril de 1994 e março de 1998 a Pibac foi pastoreada por Manoel dias de Oliveira. Seu ministério foi marcado pela visão evangelística, iniciando trabalhos nos Morro da Coca cola e no morro da boa vista.

Essa visão evangelística  exigiu um planejamento estratégico, pois certos locais havia uma grande insegurança, pois eram áreas insensíveis ao evangelho. Nesse período também houve  inicio de um cuidado mais de perto com os usuários de drogas. Completando essa visão evangelística, houve uma  cruzada destinada ao alcance infantil, inclusive com a presença do famoso  palhaço Bozo.

Durante o ministério do pr. Manoel, a primeira igreja batista pediu o concílio e consagrou  ao ministério da Música Edna Cunha Teixeira.

Em final de 1997,  começou a ter certas dificuldades entre o pastor e a liderança da igreja, o que acarretou, em março de 1998,  a saída do p. Manoel e a igreja escolher um novo pastor interino: Vanderlei Marins


domingo, 8 de outubro de 2023

Pequenas crônicas dos100 anos da Pibac 68

 

68 - Washington, um mestre  entre nós –

Após a saída do pr. Dylmo, em 1986, a igreja convidou o pr Washington Roberto Nascimento para ser o novo pastor, mas por motivos particulares ele não pode aceitar. Agora três anos depois, novo convite foi feito, e desta vez com o direcionamento da vontade de Deus, ele assume o ministério da nossa igreja.

Desde o início dos anos 80, sempre que os jovens saiam para um retiro espiritual, ele era o primeiro nome a ser convidado, assim como também para pregar no mês da mocidade. Era chamado entre nós como o ""pastor do amor"", por seu jeito suave de trazer as verdades bíblicas.

A igreja sempre ficava muito atenta a sua mensagem, pois era nítido o seu zelo e a sua dedicação ao estudo e a sua alegria em dividir esse ensino. Às vezes, finalizava a mensagem e a igreja ficava ainda na expectativa, querendo mais. e sabíamos que teríamos muito mais na próxima mensagem.

O gabinete pastoral sempre estava aberto para o aconselhamento,  para todas as pessoas, membros da igreja ou não. assim como a sua agenda de visitação era extensa e alcançava a todos


Ter o pastor Washington como pastor da pibac  sempre foi um motivo de agradecer a Deus.

sábado, 7 de outubro de 2023

Pequenas crônicas dos 100 an0s da Pibac - 67


 


67 -  Pr Arides .-  A experiência personalizada

Em maio de 1988, o pastor Arides Martins da Rocha  foi convidado par ser o nosso pastor interino. Era a voz da experiência a da sobriedade que a igreja precisava  para mais um momento de transição. Sem alarde, ele puxou para si algumas questões mais difíceis e  de um modo bem cuidadosos, foi dando a igreja a percepção de que caminhos trilhar.

A sua fala mansa e pausada era diametralmente oposta ao estilo elétrico do pastor Aunir. Mas era de um conteúdo eclesiástico e teológico ímpar. Seus muitos anos a frente de  várias igrejas e na liderança de associações e convenções dava a igreja uma segurança de caminhar com ele até  o momento certo de escolher um novo pastor.

Foi um pequeno período que, além do dom administrativo, foi possível ver e sentir  o cuidado amoroso  com cada membro, participando intensamente do dia a dia da igreja e sempre tendo uma palavra de acolhimento e de sabedoria para dar.

Pequenas crônicas dos 100 anos da Pibac - 66

 

66-  Pr. Aunir-  Uma guitarra rodeada de crianças

Vindo de norte fluminense, o ministério do pastor Aunir Pereira carneiro, veio como um  som eletrizante de guitarra. Seu jeito dinâmico de ser logo despertou a paixão de um grupo muito especial da igreja: as crianças.

Nos primeiros acordes de sua guitarra, a criançada, acompanhada pela igreja, cantava:

 “A formiguinha corta folha e carrega / Quando uma corta, a outra pega (2x)
Ó que ensinamento glorioso, a formiguinha dá ao preguiçoso (2X)
Deus não quer preguiçoso em sua obra (3x) 
Porque se não... o tempo sobra”

Em pouco tempo, o grupinho de crianças que o acompanhavam foi aumentando, ganhando espaço nas programações  e criando uma atmosfera que a igreja ainda não tinha sentido: a criança como elemento catalizador do ambiente na igreja.

Infelizmente seu ministério a frente de nossa igreja foi curto. Em abril de 1988,  com apenas 1 ano de pastoreio, ele  aceita u, convite de uma outra igreja.  Mas foi um ano que marcou. Em novembro de 1993, ele volta como interino, por um período de 5 meses
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Pequenas crônicas dos 100 anos da Pibac 65

 
Imagem ilustrativa

65 - A geração da Unijovem de 80

Durante essa fase, nós (os jovens da época, rs.) nos reuníamos aos domingos, às 18.30 no salão anexo. Era  a união  de treinamento, também chamada de reunião da mocidade e mais tarde de Unijovem.

O mais importante para nós era estarmos juntos, trocarmos ideias, orarmos juntos, comemorarmos aniversários, fazermos estudos bíblicos.

Mas na verdade, era realmente um treinamento para exercermos a vida plena no âmbito da Igreja. De nossa Unijovem saíram líderes para a Pibac. Vice presidentes, tesoureiros, secretários, solistas. Grupos musicais surgiam na Unijovem e logo estavam tocando nos cultos.

Também dali surgiram aqueles que foram para o seminário, seja curso de Teologia, (Eldo Ferreira, Reinaldo Augusto, Marcos Simas, Paulo Vidal e Jonas Lemos), ou de Música Sacra (Silvana Fernandes e  Rosinéia da Silva Neves)  e hoje são pastores ou educadores em vários pontos do Brasil.

No mês da mocidade, em agosto, assumíamos a direção dos cultos e das classes de EBD. E o mais importante de tudo, a igreja vibrava com esse renovo, pois era a prova de que vinha uma outra geração de adoradores capacitados pelo Espirito Santo.


 

Pequenas Crônicas dos 100 anos da Pibac 64


64 – Grandes obreiros da Pibac

Não podíamos finalizar essa etapa da construção e inauguração do templo sem mencionar alguns  nomes (entre tantos outros  que com certeza poderiam estar também sendo mencionados), que deram o seu melhor para ver a obra terminada.

Como esquecer a dinâmica de trabalho do pr. Josué Garcia e sua liderança  na primeira fase, literalmente preparando (adquirindo) os lotes necessários para erguer a igreja. E aqui destacamos   os diáconos José Vieira, Antônio Teixeira,  e os irmãos Sergio Alves Dias, Clodoaldo Leite e Venâncio de Mello; A eles  se somam, sob a orientação do pr. Isaac Moreira.  os diáconos  Gamaliel Teixeira de Melo, Dair Henrique de Jesus e Orlando Leopoldino da Silva e o pr. Admardo Machado.

Já durante o ministério do pr. Dylmo Pereira Castro,  podemos acrescentar os diáconos Joacir pereira Macedo, Paulo  Afonso Tavares Procópio, Orlando machado, Jose se Souza Silva, irmã Aurora Almenara e equipe da cantina, Alair Nunes Tavares , Zedir Pontes de Azevedo entre  tantos outros que se permitiram ser usados por Deus.

Assim na mensagem final  da série de Inauguração ,no dia 30 de março de 1986, houve um momento de reconhecimento.

Mas, e parece que sempre tem um mas na história da igreja, dois meses depois, o pr. Dylmo coloca a igreja em sucessão pastoral, pois Deus o enviava para outra missão