quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
A renúncia do papa
Renúncia do Papa - Opiniões - 7
Pr. José das Neves
Pastor auxiliar da Primeira Igreja Batista do Arraial do Cabo
A renúncia papal
A renúncia do líder do Papa Bento XVI pegou o mundo de surpresa, por ser uma decisão inédita. Na história do Vaticano, nunca um papa renunciou ao cargo de “Bispo de Roma” alegando ter idade avançada ou até mesmo por problema de saúde. Na verdade, a sucessão papal é sinônimo que um papa morreu no posto.
Existem algumas considerações sobre esse assunto que só serão realmente analisadas pelos historiadores do futuro. Entre elas:
1. Como a igreja Católica vai reagir com a quebra de um dos principais dogmas - a infalibilidade papal. Por que na verdade, com a renuncia, se está dizendo que ele não é (mais) infalível.
2. A existência de dois papas ao mesmo tempo – Vai haver uma dualidade dentro do Estado do Vaticano. O papa é o único monarca absoluto que assume o cargo após uma eleição. E mesmo que Bento XVI se retire para um mosteiro, ele vai ser sempre uma sombra para o próximo eleito.
3. Qual a postura que o novo mandatário irá ter. Bento XVI se caracterizou por ser um teórico dogmático, apoiando sempre os setores mais conservadores da igreja, o que se certa forma desagradava a ala progressista católica. Qual será a visão do futuro líder?
Além disso, surge de novo a expectativa de um não europeu ser eleito e que implicância isso teria para o catolicismo, para as relações com as igrejas evangélicas (ditas protestantes) e para com o Islamismo.
Para nós, líderes de igrejas, fica também uma lição. Ás vezes é tempo de parar. De deixar com que a igreja siga com novos rumos e novos líderes, pois assim como o papa, não somos infalíveis e nem eternos.
Postado originalmente em http://prneemiaslima.blogspot.com.br/2013/02/renuncia-do-papa-opinioes-7.html?spref=fb
domingo, 10 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Sobre a entrevista do Pr Silas no programa de Gabi
Pr, José das Neves
Ministro Auxiliar da Primeira Igreja Batista de Arraial do Cabo
Muito interessante a entrevista do Pr. Silas Malafaia com a Gabi. Nos faz refletir sobre alguns tópicos que tem sido tema de debates no Brasil evangélico atual.
1 - Fortuna dos pastores - Cada vez mais a mídia tem explorado o tema de que pastores tem explorado os fiéis em busca de enriquecimento.
2 - Teologia da prosperidade - Geralmente nós condenamos esse mercantilismo a fé, mas infelizmente, muitas vezes, a igreja evangélica brasileira tem usado desta prática para levantar ofertas para suas obras (seja obras físicas, seja obra de evangelização).
3- Homossexualismo - Muitas vezes criticamos o Pr. Silas por falar em nome dos evangélicos, mas quando se trata desse assunto, ele tem sido a única voz que se levanta com veemência para falar o que a maioria de nós pensamos. (Por certo, queríamos algum pastor mais centrado e ponderado ao expor a visão, mas quem se habilita?).
Com certeza o Silas Malafaia não foi convidado para aquele programa para falar do amor de Cristo, e sim para, com seu jeito polemico de ser, criar um “factoide” para aumentar a audiência do canal de televisão.
Não é fácil participar de uma entrevista, que se transformou na verdade em um debate ao vivo, em que só o entrevistado tinha algo a ganhar ou a perder. Apesar da voz gritante (e da risada enjoada), creio que o Silas saiu inteiro da frente de Gabi.
Ficar de frente com Gabi, de frente com o Silas Malafaia não deve ser fácil. Mas, lembre-se que ficaremos de frente com Jesus.
Postado por Blog do Pr. Neemias Lima no dia 04 de fevereiro
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Plano de aula da lição 9 da EBD -Pibac
LIÇÃO 9 – 3º CONSELHO DE TIAGO: EXERCITEM O DOMINIO
DA LINGUA.
Texto bíblico: Tiago 3.1-12 e 4.11
- Objetivo:
1. Exercer pleno domínio sobre as palavras.
- Material
necessário:
- Bíblia
- Revista Palavra
& Vida
- Técnicas
Utilizadas:
Exposição Oral
Técnica de Grupo: Telefone sem fio.
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Conteúdo
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Roteiro da Atividade
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1º Momento
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PREPARAÇÃO
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Boas vindas
Objetivos e
Texto biblica
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DESENVOLVIMENTO
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1 - ANÁLISE DO TEXTO
“não sejais muitos de vós mestres.” (Tg 3.1)
A
advertência é para aquele que aspira ao magistério com réprobas intenções:
para ter a honra de mestre; para ensinar o que não está disposto a fazer;
para ferir as demais pessoas com palavras duras. Tiago diz que do mestre são
maiores as cobranças. Por isso mesmo receberá juízo mais severo.
Três metáforas: cavalos, navios, fogo. (Tg
3.3-6)
Tiago usa estas
três metáforas para falar do poder destruidor da língua quando mal usada. As
duas primeiras servem para ensinar o modo como dominá-la. A terceira revela o
seu poder destruidor.
O cavaleiro
consegue dominar um cavalo apenas com um pequeno freio colocado na boca do
animal. O timoneiro, com a ajuda de um pequeno leme, consegue conduzir o
navio para onde quer, mesmo em meio à tempestade.
Para o apóstolo,
o homem que põe um freio na sua boca consegue dominar sua personalidade
inteira (Tg 3.2). Se o crente puder controlar sua língua é quase certo que
poderá controlar tudo o mais. Entretanto, se não controla sua língua,
fugir-lhe-á o controle das demais áreas da sua personalidade. O resultado
disto é a destruição de tudo o que está à sua volta e de si mesmo.
“gaba-se de grandes coisas” – (Tg 3.5)
O uso
desenfreado da língua leva à vaidade, à vanglória, à soberba com que certos
crentes aplicam a sua língua. Alguns cristãos exaltavam a sua “sabedoria”, as
suas posições de mestres, como se fossem detentores da fonte do saber.
Outra metáfora – a língua é um fogo (Tg 3.6)
Tiago chama a
atenção para os efeitos de uma língua não controlada pelo Espírito Santo: é
um fogo destruidor. Assemelha-se a uma fagulha que incendeia toda uma
floresta.
Tiago ilustra
com a metáfora do fogo o poder destruidor da língua. O fogo, que começa com
uma centelha, destrói uma floresta inteira, consumindo tudo o que está a sua
frente. Quando tiver destruído tudo por si mesmo se destrói, apaga, por não
ter mais o que consumir. Do mesmo modo,
a língua tem semelhante poder destruidor.
contamina
o corpo inteiro - a língua leva o indivíduo a toda a sorte de pecado. Pelas
palavras de sedução, a língua conduz uma pessoa ao adultério. Leva à mentira,
à maledicência, à contaminação do corpo.
inflama
o curso da natureza
– no texto, inflamar quer dizer incendiar, destruir. Deus deu um curso
natural a todas as coisas. A natureza é regida por leis que o Criador
estabeleceu. Tiago ressalta que até mesmo o curso da natureza está em perigo
quando a língua é mal empregada. A língua tem também o seu curso natural.
Tiago revela que a língua foi dada ao homem para bendizer ao Senhor e também
aos nossos semelhantes (Tg 3.9,10). Mas o mal uso perverte o seu curso
natural, levando-a a amaldiçoar vidas e ao próprio Deus.
“mas a língua, nenhum homem a pode domar”
(Tg 3.8)
O homem natural,
que não tem o Espírito Santo, não consegue, por suas próprias forças, frear e
dominar sua língua. Contudo, o homem espiritual somente terá domínio sobre
sua língua se deixar-se dirigir pelo Espírito Santo. Assim, obedecerá ao que
diz a Palavra.
“está cheia de peçonha mortal” - a serpente tem em suas mandíbulas uma
“bolsa” de veneno. Quando pica sua vítima, a bolsa é comprimida e o veneno
escorre pelas presas e o veneno é injetado. A língua, quando usada para o
mal, é tal qual a peçonha percorrendo o corpo da vítima: mata ou destrói. É a
arte de “detonar” pessoas. Poucas palavras são suficientes para tirar um
irmão da frente de trabalho, causar constrangimento, desconforto e desânimo,
a ponto de não mais voltar à igreja.
“com ela bendizemos ao Senhor e Pai, e
com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.” (Tg 3.9)
A palavra
amaldiçoar na língua original significa “invocar o mal, orar para que venha o
mal, proferir imprecações contra.” Tem o objetivo de prejudicar e degradar.
Tiago adverte que amaldiçoar o próximo, feito à imagem e semelhança de Deus,
é o mesmo que amaldiçoar o Criador.
“não
faleis mal uns dos outros.” (Tg 4.11)
A crítica de
Tiago deve-se à atitude de se falar mal da pessoa ausente, que não tem como
se defender. A palavra que ele usa tem o sentido de denegrir, difamar. A
ordem expressa é parar com tal atitude por comprometer o evangelho.
2 - Faça com os alunos a
comparação do Contexto de Tiago com O nosso contexto.
O CONTEXTO DE TIAGO
Os
mestres existentes estavam pervertendo os ensinamentos da Lei e o evangelho
recebidos.
Usavam
o ensino para autoglorificação, como trampolim para galgarem os primeiros
lugares e, por este motivo, espantavam os demais irmãos.
Havia,
por parte de alguns, o desejo de se tornarem mestres sem terem sido preparados
pelo Senhor para esta tarefa.
A
maledicência estava arraigada naquela comunidade cristã.
Aqueles
irmãos acusavam-se entre si, mas nas reuniões fingiam piedade uns dos outros.
O NOSSO CONTEXTO
Tal
qual nos dias de Tiago, há um número considerável de pessoas que querem ser
mestres aos seus olhos.
Geralmente
apregoam o que não está escrito na Bíblia, distorcem a verdade bíblica
difundem sua própria ideologia.
Os
poucos mestres que encontramos na igreja pecam pela negligência de não lerem
a Bíblia (Rm 12.7). Quando a leem, o fazem às carreiras. Pouco ou nada têm a
acrescentar com os seus ensinos. São superficiais em suas experiências e
conhecimentos espirituais. Esqueceram-se de que o mestre aos olhos de Deus é
aquele que conhece a sua vontade e sabe conduzir o homem à presença de Deus.
A
maledicência impera na igreja hoje e parece ser o mal que mais tem afastado
as pessoas do evangelho. A igreja é vista como local de fofocas. Irmãos que
falam mal dos músicos, do pastor, do culto, dos moços, dos velhos, da Bíblia,
de Deus. Tornaram-se constantes expressões do tipo “Não é para falar mal,
mas”, “Já sabe do bafão?” “Você precisa saber da última!” e introduzem-se os
comentários maldosos. Pode-se não ter tempo para ler a Bíblia, orar,
evangelizar, mas há tempo de sobra para as fofocas.
As
acusações estão por toda a parte. Qualquer coisa que sai errado na igreja há
trocas de acusações severas. Tem de haver um culpado sempre. Será que Deus
está satisfeito com tudo isto?
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FECHAMENTO
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Þ Faça a aplicação da lição comentando que é
preciso pensar nas consequências que
lhe trarão as palavras que vier a proferir. Se usar sua língua para o bem,
sua vida será uma bênção para o evangelho e o próximo. Use sua boca para
louvar e os seus lábios para glorificar a Deus. Peça ao Senhor que o(a) ajude
a refrear sua língua em todo o tempo, e só usá-la para abençoar o seu irmão.
Encerre a aula compartilhando
com a classe o ANEXO 2 - As peneiras de Paulo e o Salmo 19.14 e faça uma oração
de consagração a Deus.
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ANEXOS
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ANEXO 1 – TÉCNICA DE GRUPO: TELEFONE SEM FIO.
OBJETIVO: Refletir sobre as informações transmitidas.
MATERIAL: um pequeno texto.
LIMITE DE PARTICIPANTES: 8 a 10 alunos e os posicionem na frente
da classe, um ao lado do outro.
DESENVOLVIMENTO: Explique que você transmitirá uma mensagem para o primeiro aluno e este passará as informações para o colega ao lado e assim sucessivamente, até chegar ao último. Esclareça que a mensagem deve ser transmitida de forma que ninguém escute, com exceção daquele que está recebendo-a.
Peça para que o último
aluno fale qual a mensagem que recebeu. Com certeza a mensagem estará
truncada, distorcida, errada.
Em seguida, revele a
mensagem inicialmente transmitida.
APLICAÇÃO:
Concluam, dizendo que embora seja uma brincadeira, extraímos lições preciosas,
tais como: a importância de transmitir o que ouvimos de alguém corretamente.
Aproveitando o tema da lição, reforce a autenticidade e a responsabilidade que
deve ter as palavras proferidas.
ANEXO 2
Por Judiclay Santos
Sócrates, o pai da filosofia, costumava falar sobre a
necessidade de passarmos tudo que ouvimos por três peneiras. Ele estabeleceu
como critério o que mais tarde passou a ser chamado de As Peneiras de
Sócrates.
Quando alguém chegava para contar-lhe alguma coisa ele
perguntava: você já passou o que esta me contando pelas três peneiras? Então,
o filósofo fazia três criteriosas perguntas.
A primeira peneira: É verdade o que você está falando? Se a
pessoa titubeasse, dizendo: “Eu escutei falar que é verdade.” Sócrates
prontamente dizia: “Bom se você escutou falar, você não tem certeza”. A
segunda peneira: Você já falou para pessoa envolvida o que está me falando?
Se você se importa tanto, a primeira pessoa que deve saber é a pessoa
diretamente envolvida. A terceira peneira: O que você vai me contar vai
ajudar essa pessoa? Vai ser boa, vai ser útil, vai beneficiar, vai ajudar
alguma coisa? Se a pessoa não pudesse responder positivamente ao crivo dessas
três perguntas, Sócrates então dizia: Não precisa nem contar; não quero
saber.
A Palavra de Deus nos exorta a tomar muito cuidado com o uso
da língua. Como cristãos devemos submeter nossa vida ao senhorio de Cristo,
inclusive a nossa língua. As Escrituras nos orientam a passar nossas palavras
no que iremos chamar de As três Peneiras de Paulo.
A PENEIRA DA VERDADE.
Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu
próximo, porque somos membros uns dos outros. Ef 4.25
A PENEIRA DO AMOR.
Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que
é a cabeça, Cristo. Ef 4.15
A PENEIRA DA GRAÇA.
Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe; e sim unicamente
a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita
graça aos que ouvem. Ef 4.29
A santificação no falar é uma bênção, pois evita que pequemos
contra o Senhor e contra o nosso próximo. Peçamos a Deus toda sabedoria
necessária para que possamos abençoar vidas e glorifica-lo por meio do que
falamos. Nós todos deveríamos orar como o salmista: “Põe guarda, Senhor, à
minha boca. Vigia a porta dos meus lábios”. Sl 141.3 “As palavras dos meus
lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR,
rocha minha e redentor meu!” Sl 19.14.
Plano de Aula da lição da Revista Palavra e Vida 4° trimestre de 2012
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terça-feira, 27 de novembro de 2012
Mais um conselho sábio: Construam e protejam a unidade da igreja
Filipenses 2. 1 a 4
1 Portanto, se há em
Cristo alguma exortação, alguma consolação de amor, alguma comunhão do
Espírito, se há qualquer sentimento profundo ou compaixão,
2 completai a minha
alegria, para que tenhais o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, o mesmo ânimo,
pensando a mesma coisa.
3 Não façais nada por
rivalidade nem por orgulho, mas com humildade, e assim cada um considere os
outros superiores a si mesmo.
4 Cada um não se
preocupe somente com o que é seu, mas também com o que é dos outros.
Paulo pega pesado no primeiro
versículo, ao usar quatro palavras que são necessárias para uma igreja ter um
crescimento sadio na construção e na proteção de sua unidade: exortação,
consolação, comunhão e compaixão.
Em outras palavras, Ele esta afirmando
que a igreja que vive em unidade é aquela em que os cristãos
instruem,confortam, cooperam e socorrem uns aos outros, sem preconceitos,
predileções e restrições.
Todos nós desejamos uma igreja assim.
Mas apesar desse desejo nosso, a igreja do século XXI vive com sua unidade
terrivelmente abalada por que não praticamos esse conselho paulino e vivemos a
destruir a nossa própria unidade com mentiras, maledicência, fofocas,
preconceitos, injustiças, desrespeito, autossuficiência, jactância e etc.
Paulo nos conclama a termos unidade no
pensar, unidade no sentimento – amor e unidade no agir, deixando de ser uma igreja
estacionada na reflexão para dá o testemunho público do porque somos diferentes.
É tempo de deixarmos de apenas
ocuparmos um espaço no templo para realmente sermos a igreja que ama, que preocupa, que ajuda, que
levanta, que dá uma segunda chance. Uma igreja que volta ao primeiro amor. Uma
igreja com cheiro de Cristo.
Baseado na lição 6 da revista Palavra e Vida: Conselhos para a vida cristã
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