sábado, 1 de outubro de 2011

Orvalho sobre o arraial (15)



Você está construindo um novo tempo

Filipenses 4:13 - “Posso todas as coisas naquele que me fortalece.”

                Todos temos dias melhores e dias piores, são os altos e baixos da vida. Mas há momentos em que nos sentimos mesmo muito pra baixo, cheios de medos, deprimidos. Ainda bem que existem boas notícias e elas chegam nos momentos menos esperados e mais desejados. A grande notícia para você hoje é que você não está sozinho. A Bíblia é o livro de Deus e uma coisa muito especial é que ela não mascara as coisas, ela mostra que o homem tem debilidades, carências, necessidades físicas, emocionais e espirituais e essas carências não são para algumas pessoas de algumas classes sociais, não; todos os seres humanos as têm e isto é explícito a qualquer um.
         A boa nova é que nas pressões do dia-a-dia, aquelas que podem ofuscar a visão da realidade, que podem levá-lo a exaustão física, emocional e espiritual, Deus tem a solução para elas. Ele tem a água que destrói toda a sequidão espiritual, emocional e física de toda e qualquer pessoa, porém, quando esta pessoa permite os cuidados dele. “Deus quer cuidar de você, e fazê-lo enxergar a realidade com base na verdade e não na distorção dos sentimentos conflitantes que por vezes invadem seu coração” (Pão Diário).
         Hoje você pode dar início à construção de um novo tempo em sua vida. Deus lhe será sempre a resposta, o caminho e a verdade, você estará “seguro debaixo das Suas asas, Ele será o Seu escudo e Sua fortaleza” por todos os dias de sua vida. Mantenha os olhos fixos no Senhor, “habite no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente”.

Oração
“Pai amado e poderoso, sei que sou pequeno e fraco e sei que preciso muito da sua graça e de suas misericórdias. Há momentos que me sinto muito só, mas sei que o Senhor é grande e pode fazer grandes coisas. Peço-te que por favor, me ajude a vencer minhas fraquezas e me faça mais forte; cura-me e sustenta-me. Eu te amo e quero ter uma vida nova em Ti. Em nome de Jesus. Amém.”

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Refletindo através de uma boa leitura (1)


REFLEXÃO SOBRE"'O LÍDER QUE DEUS USA"

O 'líder que Deus' usa é um daqueles livros que nos faz perceber como Deus usa o Pr. Russel Shedd de uma maneira grandiosa para abençoar a vida de milhares de seus leitores e/ou de pessoas que sejam alcançadas pelo seu modo simples e direto de ensinar.
Neste livro ele destaca algumas das características que devem ser visíveis na liderança, em especial, na liderança cristã, que tem, infelizmente, passado por tantas turbulências desde o principio do cristianismo, mas que tem ferido mais ainda a igreja de Cristo nos últimos tempos.
Shedd afirma que o verdadeiro líder reconhece os problemas enfrentados pelo grupo e tem a capacidade e o potencial para ajudá-los. Para isso o líder teve usar a inteligência, a confiança, a coragem e a paciência.
Outra forte característica de um líder usado por Deus é a sua vida piedosa, um homem de oração, cujo caráter cristão é  moldado aos pés do Senhor em clara demonstração de adoração e de dependência. Essa humildade perante ao Senhor também vai refletir nos relacionamentos do cotidiano do líder com seus liderados.
Junto a isso, o líder deve ter a vida pautada pela coerência. Sua língua, seu coração, suas mãos e os seus pés devem proclamar a sua liderança como um todo, pois o líder que estiver uma dessas áreas mutiladas não conseguirá transmitir a verdadeira mensagem.
Por fim, o líder, a despeito de sua posição, deve tratar o liderado de igual para igual, pois o ser líder não faz dele uma pessoa melhor do que outro, nem aos olhos humanos e muito menos ao olhar divino.

Realização da II Clinica de EBD na PIBAC

      Sábado, 24 de setembro,  no auditório da PIBAC foi realizada a II CLÍNICA DE EBD, com a presença de mais de 60 inscritos. foi muito gratificante estarmos juntos para aprender mais sobre a PEDAGOGIA DE JESUS.
 Todos os participantes: (representando a PIBAC, PIB em Monte Alto,
SIB e TIB de Búzios e a Metodista Nova aliança,
Congregação Batista do Caiçara e da Cabocla)

 1ª palestra: prof Nilza

 2ª palestra: Prof Evonilmar

 3ª palestra - Prof Marcela

 4ª palestra: Prof. Valdenice

 5ª palestra: porf Cristina

 Participantes da Congregação do Caiçara

Entrega de certificados na Pibac em 25/09

Juntos somos melhores (14)



Mutualidade 
O termo mutualidade se refere a reciprocidade, e no contexto no Novo Testamento vemos  sempre através das expressões “uns aos outros”.  Podemos chamar de mandamentos recíprocos, pois indicam a nossa obrigação mútua em aproveitar as oportunidades da vida diária para abençoar o próximo.
Nós, cristãos, somos co-herdeiros de Deus e sobre a fé de cada um  de nós tem que ter o pilar do amor ao próximo. E quando se fala em amor, tem que haver a expressão dele: a ação, o fazer, o ser irmão.
Comunhão e mutualidade andam lado a lado, passo a passo, sendo praticamente uma relação de causa e efeito, pois onde existe comunhão, ela se expressa através da mutualidade.
Na igreja de Cristo, juntos somos melhores quando aprendemos a viver sendo bênção na vida do outro. Creio que Deus nos plantou onde vivemos para isso. Eu quero, eu preciso ser bênção na vida de meus irmãos, assim como eu quero, eu preciso que os irmãos sejam bênçãos em minha vida.
Nós próximos blogs de “juntos somos melhores” estaremos refletimos sobre cada um dos mandamentos recíprocos.

sábado, 17 de setembro de 2011

Juntos somos melhores (13)




COMUNHÃO

                Existem duas palavras que temos que compreender e colocar em pratica se queremos afirmar que juntos somos melhores  e refletir se estamos realmente vivendo um cristianismo que prioriza Jesus e o relacionamento com o próximo. Essas palavras são comunhão e mutualidade.
            Comunhão, do grego koynonia tem como o significado literal a qualidade de existir em comum, ou a qualidade de ter uma participação mútua. A partir desse significado podemos pensar em comunhão como a relação intima entre o cristão e Deus e a relação intima entre os cristãos uns para com o outro em virtude de serem unidos a Cristo.
             É bom entendermos que essa relação é ativa, ou seja ela tem que ser  cotidiana para se apresentar como verdadeira. Não posso ser comunhão se hoje tenho um relacionamento saudável com o próximo e me desligo para só voltar a ter esse tipo de relacionamento quando eu bem quiser.
            Nos versículos finais do capitulo 2 de atos  vemos bem claramente essas características expostas por Lucas. Vejamos algumas:
1.      Perseverar no ensino dos apóstolos... louvando a Deus... e o Senhor acrescentava indicam uma elação de intimidade com o Senhor.
2.      Vendiam suas propriedades e bens e repartiam com todos segundo suas necessidades indicam que eles compartilhavam dos bens materiais.
3.      Perseveravam no ensino, na comunhão no partir do pão e nas orações, estavam unidos e tinham tudo em comum, partindo o pão em casa indicam que eles, ao se reunirem, mantinham uma fraternidade grande.
Então amados, comunhão é entender e amar o próximo como co-herdeiro com Cristo. E para entendermos  isso existe a segunda palavra citada: mutualidade (que veremos na próxima postagem de juntos seremos melhores).

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Lição em foco (11)


Um corpo não seduzido pelas influencias externas.

            Na realidade, por mais que se abra em casa esquina portas mais portas de igrejas cristãs, está cada vez mais difícil der igreja nos dias atuais. He um esfacelamento da doutrina Cristã, que muitas vezes somos obrigados a nos perguntar; “seguimos ao mesmo Cristo? Amamos ao mesmo Deus?
            A igreja do século XXI parece que tem cada vez mais se preocupado em se fazer diferente dos ensinamentos dos apóstolos e mais parecidas com as agremiações que nos cercam. Infelizmente temos muitas vezes exercidos o papel de sócio de uma igreja em vez de exercermos o de servos do Senhor.
            Não podemos como igreja de Cristo, fiel ao seu ensinamento, trocarmos o nosso relacionamento com Cristo por um relativismo existencial, moral ou da fé. Não podemos negociar com algo que vai confrontar com a própria realidade da existência da igreja. É tempo de contextualizar sim, mas sem vulgarizar  o nosso chamado e o nosso compromisso com a verdade.
            Temos que ser mais bereanos. Examinar o que temos visto e/ou recebidos em nossos arraiais pelo crivo da Palavra de Deus. É tempo de se olhar a igreja como algo muito precioso. Tempo de valorizá-la, de mostrar para o mundo que jaz no  maligno que em cristo somos diferente.
            É tempo de amar a igreja. Ou melhor, é tempo de amar a Igreja em que Cristo é o cabeça.

Orvalho sobre o arraial (14)



Avivamento

João 1:23 - “Ele respondeu, citando o profeta Isaías: Eu sou a voz do que clama no deserto: Endireitai o caminho do Senhor. “

João Batista viveu o avivamento como ninguém.  Ele, em suas andanças pelo deserto, entendeu sobre a necessidade de ser a voz que clama em época tão difícil. No deserto, Deus o preparou para ser porta voz não só de uma mensagem poderosa, mas também de como viver uma vida íntegra perante os homens e perante o Senhor. Deus não o capacitou por comer gafanhotos, nem por usar roupas estranhas, mas sim porque o estado de sua alma era prazerosa ao Senhor. Foi ali, em pleno deserto, que Ele começou a fazer a obra na vida de João, preparando-o para fazer a obra no meio da sociedade. Esse deserto então, pode não significar lugar seco, árido, ruim de viver, e sim um lugar na presença contínua do Senhor, de ouvir Sua voz, de entender o Seu chamado e de ser o local exato para se começar um avivamento. A Palavra de Deus não fala que João vivia a cantar, saltear, bater palmas ou outra manifestação qualquer. Isso tudo é secundário. Mas diz que ele vivia de acordo com a vontade de Deus.
Amado, o seu avivamento espiritual pode e deve começar no seu estar a sós com o Pai. É esse relacionamento que vai direcionar o seu relacionamento com a comunidade, com a igreja e com a sua ética cristã. Deus está no deserto (lugar separado) para começar a te alimentar e a matar a sua sede.

Oração
“Aviva-nos Senhor, queremos mais e mais de Sua presença não só em meio de nossa sociedade, mas em nossa vida; queremos ser usado por Ti, a partir da diferença que o Senhor faz em  nós; queremos ser cheio de Seu amor de Sua bondade, de Sua justiça e de Sua presença.”