terça-feira, 10 de outubro de 2023

Pequenas crônicas dos 100 anos da Pibac -73

 


73 -  A música na Pibac

A música da igreja  sempre teve a frente dela pessoas qualificadas, que exerceram com alegria e destreza o dom de ajudar a igreja na adoração ao Senhor. O Coral da igreja  até  a década de 60 se reunia para ocasiões especiais, mas a parti de 1970 e especialmente dos anos 80 que os ensaios, as cantatas e a presença no culto ficaram mais marcantes.

Nos anos 70 e 80 também tivemos dois outros corais, o sempre muito bom “Genesis” e um com uma forma da louvar mais jovem, o Nova canção. Não tem como esquecer também do coral de adolescente, que ganhou o prêmio do Festival de Pádua em 1982 com a música “compartilhando amor”.

Boa parte da qualificação da música da igreja nesse tempo passa pelo talento de Sueli Malafaia (esposa do pr. Dylmo) e de Edna cunha Teixeira. A irmã Edna foi consagrada a (primeira) ministra de música da Pibac durante o ministério do pr. Manoel dias. Depois dela tivemos a M.M Meirelaine Gouveia e agora temos o M.M Marino. Campelo.

Por essa igreja passaram muito outros grupos talentosos como o Libertus, Katsu, Vozes, grupos de louvores, entre outros. E irmãos que sempre abençoaram a igreja com seus talentos como a pianista Eusinete Pacheco, a irmã Rosemary Silva, o pr. Weverton Gaby e o irmão Atilas  Guimarães.

Pequenas Crônicas dos 100 anos da Pibac 71

 



71- 0s retiros espirituais

Os jovens da  igreja sempre realizavam o seu retiro espiritual anual. Todos esperavam ansiosos para estar no Acampamento batista em Rio Bonito ou no Sitio do Sossego para passar  dias maravilhosos entre irmãos.

A festa começava já  antes da saída, no alvoroço de colocar  todas as coisas necessárias no ônibus, de fazer a contagem e a recontagem dos inscritos (sempre  tinha os atrasados que eram devidamente  “vaiados”. A oração antes de sair era ponto de partida para iniciar as conversas, cantorias, risadas.

Ao chegar no local, guardar as mochilas, alimentos e a primeira reunião, geralmente  recheada com muitos cânticos, experiencias e risadas... muitas risadas. Nessa hora se passava as instruções , horários e as recomendações .

De manhã, depois do café com pão e manteiga, íamos para o templo, muito louvor com os grupos de nossa igreja e sempre  tinha um pastor convidado (pr. Washington, pr. Celso,  e outros queridos). Depois a divisão da gincana (aí a brincadeira fica séria, pois ninguém gosta de perder, rs).

E assim passava o final de semana, tendo ainda futebol e piscina. Na tarde de domingo a volta, todos com cara de ‘queria mais”... mas isso só no ano seguinte.

segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Pequenas crônicas dos 100 anos da pibac 70

 

70 -  Nova construção : a casa pastoral

Em 1986 o templo foi finalizado e inaugurado. Apenas algumas pequenas obras no prédio áreas do templo que foram sendo feitas aos poucos  e só seriam totalmente realizadas cerca de 20 anos depois.

Mas uma coisa incomodava muito a igreja. O  fato de se pagar aluguel de uma casa pastoral. Muitas vezes o pastor, como inquilino, ficava dependendo do proprietário do imóvel pedir ou não a casa. Além disso também tinha a sempre difícil renegociação do preç
o do aluguel mensal;

Até os anos 70, a igreja tinha uma casa pastoral, mas ela era em local inadequado para a função pastoral, e acabou sendo incluída em uma permuta por um terreno para se construir o templo.

Então durante o ministério do pr. Washington a igreja decidie comprar um terreno, e construir uma casa pastoral que desse tranquilidade a igreja e ao mesmo tempo uma moradia digna a pastor da igreja.

A casa pastoral da Pibac é um patrimônio que tem servido com excelência a finalidade proposta: dar paz e segurança ao pastor e a igreja..

Pequenas crônicas dos 100 anos da Pibac 69

 



69 -Secretaria da Pibac- tudo passa por ali

Com a inauguração do templo,  e tudo funcionando  bem, os serviços internos da igreja cresceram muito, e durante o ministério do pr Washington, se percebe a  necessidade de ter uma secretária funcionando  durante o expediente normal.

Assim, a igreja contrata a Sandra Mesquita para ser a secretária da igreja, organizando a agenda do pastor, a agenda dos departamentos, atendimento aos membros da igreja e a comunidade,  cuidar das correspondências, atender o telefone, fazer o boletim semanal entre outras ações tão necessárias.

Sandra passou 5 anos (1988-1993) nessa função,  o que deu uma estabilidade para o desenvolvimento do serviço. Depois assume Renata Alves. Que também tem uma história bem marcante ficando 20 anos  (1993 a 2013) a frente da Secretária.

Após a Renata,  assume  a Paloma Furtado( 2013/2014),  a Veralaine Rocha (2014), Yohana Coutinho (2015),  a Kiscilla dos Santos  (2016/2019) , Alice Mesquita(2019/2022). Desde 2022,  a igreja tem a satisfação de ter o Julian Vianna desenvolvendo essa área de forma brilhante.

Podemos afirmar que todos os que exerceram essa função colaboraram, e muito, para que a Pibac tivesse um funcionamento de excelência.

Pequenas crônicas dos 100 anos da Pibac 72

 


72 -  Tempos do pr. Manoel Dias

Entre abril de 1994 e março de 1998 a Pibac foi pastoreada por Manoel dias de Oliveira. Seu ministério foi marcado pela visão evangelística, iniciando trabalhos nos Morro da Coca cola e no morro da boa vista.

Essa visão evangelística  exigiu um planejamento estratégico, pois certos locais havia uma grande insegurança, pois eram áreas insensíveis ao evangelho. Nesse período também houve  inicio de um cuidado mais de perto com os usuários de drogas. Completando essa visão evangelística, houve uma  cruzada destinada ao alcance infantil, inclusive com a presença do famoso  palhaço Bozo.

Durante o ministério do pr. Manoel, a primeira igreja batista pediu o concílio e consagrou  ao ministério da Música Edna Cunha Teixeira.

Em final de 1997,  começou a ter certas dificuldades entre o pastor e a liderança da igreja, o que acarretou, em março de 1998,  a saída do p. Manoel e a igreja escolher um novo pastor interino: Vanderlei Marins


domingo, 8 de outubro de 2023

Pequenas crônicas dos100 anos da Pibac 68

 

68 - Washington, um mestre  entre nós –

Após a saída do pr. Dylmo, em 1986, a igreja convidou o pr Washington Roberto Nascimento para ser o novo pastor, mas por motivos particulares ele não pode aceitar. Agora três anos depois, novo convite foi feito, e desta vez com o direcionamento da vontade de Deus, ele assume o ministério da nossa igreja.

Desde o início dos anos 80, sempre que os jovens saiam para um retiro espiritual, ele era o primeiro nome a ser convidado, assim como também para pregar no mês da mocidade. Era chamado entre nós como o ""pastor do amor"", por seu jeito suave de trazer as verdades bíblicas.

A igreja sempre ficava muito atenta a sua mensagem, pois era nítido o seu zelo e a sua dedicação ao estudo e a sua alegria em dividir esse ensino. Às vezes, finalizava a mensagem e a igreja ficava ainda na expectativa, querendo mais. e sabíamos que teríamos muito mais na próxima mensagem.

O gabinete pastoral sempre estava aberto para o aconselhamento,  para todas as pessoas, membros da igreja ou não. assim como a sua agenda de visitação era extensa e alcançava a todos


Ter o pastor Washington como pastor da pibac  sempre foi um motivo de agradecer a Deus.

sábado, 7 de outubro de 2023

Pequenas crônicas dos 100 an0s da Pibac - 67


 


67 -  Pr Arides .-  A experiência personalizada

Em maio de 1988, o pastor Arides Martins da Rocha  foi convidado par ser o nosso pastor interino. Era a voz da experiência a da sobriedade que a igreja precisava  para mais um momento de transição. Sem alarde, ele puxou para si algumas questões mais difíceis e  de um modo bem cuidadosos, foi dando a igreja a percepção de que caminhos trilhar.

A sua fala mansa e pausada era diametralmente oposta ao estilo elétrico do pastor Aunir. Mas era de um conteúdo eclesiástico e teológico ímpar. Seus muitos anos a frente de  várias igrejas e na liderança de associações e convenções dava a igreja uma segurança de caminhar com ele até  o momento certo de escolher um novo pastor.

Foi um pequeno período que, além do dom administrativo, foi possível ver e sentir  o cuidado amoroso  com cada membro, participando intensamente do dia a dia da igreja e sempre tendo uma palavra de acolhimento e de sabedoria para dar.