sábado, 27 de agosto de 2011

Orvalho sobre o Arraial (12)



NO NOME DE JESUS

João 14:13 e 14 – “E eu farei tudo o que pedirdes em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho.  Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei.”

Amada igreja, esta é uma das expressões mais usadas em nosso meio, pois sempre que estamos a orar ao Pai, usamos essa frase no final. Mas o que ela realmente significa? O que Jesus quis nos ensinar com isto?
Alguns erroneamente finalizam a oração com estas palavras simplesmente por querer acreditar que automaticamente Deus estará atendendo ao que foi pedido. Assim sendo, orar no nome de Jesus seria como dizer palavras mágicas do tipo “abracadabra”, “shazam” ou coisa parecida. Isto é totalmente anti-bíblico.
Creio que orar em nome de Jesus é colocar a autoridade do filho de Deus em nossas orações, isso também significa que nessas orações, os nossos pedidos são uma expressão fiel de nossa caminhada junto a Ele. Em outras palavras, estamos expressando em oração a vontade de Jesus em nós. Portanto, orar em nome de Jesus não é uma fórmula mágica e sim uma afirmação de que vivemos uma vida em Cristo e que o nosso estilo de vida, assim como as nossas petições, tem o caráter de honrar e glorificar a Deus. Se o que fizermos em oração não for de acordo com a Sua vontade ou para a glória de Deus não tem sentindo algum em expressar essa frase.
Para que as nossas orações possam sempre chegar ao trono de Deus, não podemos nos prender a simples palavras, mas que elas sejam repletas de propósitos autenticados pela presença do Espírito Santo em nós. Que saibamos que a essência da nossa oração é a nossa comunhão com Jesus e a nossa disposição em fazer a Sua vontade.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

MIT - Minuto que Impacta e Transforma


Um minuto para oração

Pr. Fernando Brandão lança MIT - Minuto que Impacta e Transforma

Em 60 segundos de oração muita coisa pode mudar. Foi pensando nisso que o diretor executivo de Missões Nacionais, pr. Fernando Brandão, criou a campanha MIT - Minuto que Impacta e Transforma. A ideia, lançada há poucos dias pelas redes sociais, está ganhando a aderência de milhares de pessoas interessadas em clamar a Deus pela transformação do Brasil.

É fácil participar do MIT. Todas as segundas-feiras, ao meio-dia, pare e ore pelos desafios da Pátria. Será apenas um minuto de clamor.

Você ainda poderá compartilhar suas experiências através das redes sociais, entrando em contato com o pr. Fernando nos seguintes perfis:

Facebook - http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100002658882339
Twitter - @Fernando_JMN

Além do MIT, Missões Nacionais possui a rede de intercessores Sempre Orando. Cadastre-se na rede Sempre Orando e conheça os motivos de oração de Missões Nacionais.

Faça parte desse grande exército de intercessores. O Brasil espera ser impactado por você! 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A lição em foco (8)


Uma igreja  expressão do Reino e não empresa da fé    

Quais os caminhos que a igreja do século XXI tem trilhado? Esta é uma indagação que tem que fluir de cada um dos cristãos que amam a igreja conforme projetada pelo Senhor Jesus e iniciada pelos apóstolos da igreja primitiva.
A igreja não deve ser sentida pelos irmãos que a compõem, nem ser vista pela sociedade que a rodeia como um clube religioso, um reformatório, uma agremiação de fanáticos, um grupo de pessoas que pressionam a sociedade para o bem, um sedativo contra a opressão, uma empresa que comercializa a fé.
Temos que entender que a igreja tem seu objetivo e sua finalidade primordial e eles não são humanos, e sim divinos; não são temporais e sem para a eternidade.
A igreja do senhor Jesus não é, nem pode de maneira alguma, ser entendida como empresa da fé.  Por isso que as igrejas não tem (ou não deveria ter) gerentes. Pois na igreja a relação não deve ser de imposição, mas sim de cordialidade, de parceria, de respeito e cooperação mútua.
Na igreja temos de entendermos como servos dos servos de Cristo. E o nosso valor reside em servir e em cumprir a missão que Deus nos confiou como igreja. A melhor maneira de nos apresentarmos perante Deus como aprovados é servindo as necessidades do povo que Ele ama.
 A igreja que conhece a sua missão é a igreja que evangeliza, que educa, que louva ao Senhor, que presta assistência, desenvolvendo todas as suas ações de uma forma prática e concreta, mostrando ao próximo o amor que flui de um coração cheio o amor de Cristo.
É necessário que a igreja do século XXI se perceba que ela é formada por servos. Não por adeptos e muito menos por celebridade, mas por servos de Jesus com uma missão.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Juntos somos melhores (12)



Esses  versículos finais do capítulo 2 de Atos nos leva a refletir sobre como podemos ser e viver melhor em comunhão. Ele nos relata que a igreja tem que ter algumas características e que essas não podem ser mutáveis. É necessário entendermos que apesar das dificuldades que o dia a dia nos traz,  temos alguém que é muito maior e é a razão de nossa comunhão.
Refletindo sobre estes versículos entendemos que o aprendizado é contínuo e crescente, porque as riquezas de cristo para igreja são inescrutáveis e intermináveis. Temos que a cada dia aprender algo novo e mergulharmos mais e mais na sabedoria e na graça do pai.
O estar junto do irmão no celebrar a Cristo não é nem pode ser algo corriqueiro, mas sim uma qualidade do cristianismo, porque a igreja, só e igreja verdadeira quando convivemos com o próximo em amor e em harmonia. Portanto, temos que estar junto para orarmos uns pelos outros, para saborearmos juntos as vitórias e as bênçãos alcançadas, para sermos apoio um do outro na luta contínua, para sermos sempre presente na vida do irmão.
A igreja que expressa a sua adoração em comunhão cresce em reverencia ao Senhor e transforma a vida em grupo em momentos grandiosos da presença  e da graça de Deus. Juntos somos melhores, porque podemos, em Cristo, compartilhar do amor que recebemos.

grupo EMME na PIBAC






sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Orvalho sobre o Arraial (11)

A vitória em Cristo

         I Coríntios 15.57 “Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.”
         Quando meditamos na Palavra de Deus acerca da vinda do Nosso Senhor Jesus, entendemos os passos de sua vitória. Porque ela foi anunciada por Deus em Genesis 3.15, foi iniciada na vida de Jesus aqui na Terra, foi alcançada na cruz, foi  confirmada na ressurreição e é proclamada através da igreja em ação.
         Quando anunciamos a vitória de Jesus, estamos ao mesmo tempo afirmando a nossa vitória em Cristo.
Quantas vezes, em nossas lutas diárias, os pensamentos desagradáveis tentam nos confundir, tirar de nós o brilho da beleza que é estar em Cristo. Às vezes nos fazemos de fortes, de auto-suficiente, balançamos a cabeça como se quiséssemos apagar os pensamentos, mas sentimos que nada disso é o suficiente.
A vitória nossa, não é baseada em nossa força, em nosso querer, nem em nossa disposição de ser melhor ou não. Ela é baseada, unicamente, no nosso relacionamento com Cristo. A vitória é dEle. Deleitamos-nos nela através de sua vitória.
Amados, é necessário sempre lembramos que temos de entender que a nós cabe dobrar o joelho diante dEle e glorificá-lo. E é esse o nosso maior privilégio: reconhecer a vitória de Cristo e aceita-la em nossa própria vida.
Oração
Pai amado. Obrigado por ter  enviado Jesus  para nos salvar. Te damos glória por sua vitória contra o inimigo de nossas almas. Vitória essa manifesta também em minha vida. Te adoramos. Em nome de Jesus.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Vidas que marcam (19)


O evangelista Marcos nos conta, no capítulo 2, a história de quatro amigos que levaram um paralitico até Jesus.  Nada mais é descritos sobre eles, não sabemos de onde eram, nem suas profissões, nem suas posições na sociedade e menos ainda sobre o grau de instrução.
Mas o que está escrito nessas poucas linhas do segundo evangelho os credenciam a serem “vidas que marcam”, pois percebemos que eles estavam na hora certa, no local certo e fazendo a coisa certa e se tornando, por isso agentes do milagre de cristo.
O texto nos ensina que eles  tiveram que suplantar as circunstâncias  negativas,  ultrapassando os limites impostos pela sociedade com muita ousadia e intrepidez somente para levar o paralítico até aos pés de Jesus.
Vidas que marcam não medem sacrifícios para abençoar os necessitados, principalmente quando este procura a solução de sua vida aos pés de Jesus.