sexta-feira, 12 de agosto de 2011

vidas que marcam (18)


O lindo texto da multiplicação dos pães nos traz ensinamentos maravilhosos e um grande para a nossa alma. Momento em que Jesus alimenta fisicamente a milhares de seguidores famintos com o que tinha ao seu dispor: apenas cinco pães e dois peixes.
Penso naquele jovem que tinha passado durante boa parte do dia na caminhada de fé, querendo saber mais do Cristo,  ficar perto da multidão e ter contatos com aquela figura impar que catalisava todas as atenções da multidão.
Talvez ele tenha ido preparado, para passar tempo ao lado de Jesus, e para isso tinha se preocupado em levar algo para comer, para que quando a fome viesse, se alimentasse e continuasse a jornada. Só que o tempo foi passando, e ele via todos ali com muita fome, e ele, por certo já estava também bem faminto, mas ao mesmo tempo, extasiado com o que via, ouvia, aprendia e alimentava a sua alma.
Qual não foi a sua surpresa, quando um dos discípulos perguntou o que ele tinha para alimentar a multidão: cinco pães e dois peixes por certo eram mais do que suficiente para ele, mas não para mais de cinco mil homens famintos.
Este rapaz anônimo naquela multidão é ‘vidas que marcam’ porque através de seu cuidado consigo mesmo, foi participante desse grande milagre de Cristo, demonstrando  que todos nós, com o que temos, podemos ser abençoadores.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Juntos somos melhores (10)



         Atos 2.46 E perseverando de comum acordo todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e simplicidade de coração,

Este versículo nos traz mais algumas lições sobre como a  igreja primitiva se relacionavam e nos faz refletir no estilo de vida que nós, da igreja do século XXI, temos tido.
Perseverando em comum acordo traz a idéia de uma igreja que tinha unidade cristã. É à base da unidade cristã não pode ser outra, senão o próprio Cristo. Infelizmente nós criamos tantas coisas para unificar a igreja de Cristo, que Ele vai ficando sem espaço. Sem lugar no altar, no templo e em nossas vidas cheia de compromisso.
Outra lição desse versículo é o prazer que tinham em estar todos os dias, juntos, no templo.  A igreja primitiva sabia que estar juntos no templo era a coisa certa a fazer para se completarem como igreja. Por que juntos somos melhores adoradores, pois a perfeita comunhão entre o homem e Deus é anunciada ao vermos uma comunhão entre a igreja unida
Por último, a igreja tem que se apresentar como uma igreja alegre e singela. Não falo aqui de templo bem ou mal equipados, grandes ou pequenos, mas sim em cristãos se deixando ser alegres na presença do pai e cultuarem a Deus com um coração simples.  O texto não fala que eles compartilhavam de uma mesa farta, mas sim de saborear a mesa do senhor, onde tem o pão e vinho, ou seja, a presença de Jesus.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Orvalho sobre o Arraial (9)



As marcas de Cristo em minha vida

Gálatas 6:17 – “Quanto ao restante, que ninguém me importune, pois trago no corpo as marcas do sofrimento de Jesus.”

         Neste lindo versículo, o apóstolo Paulo nos diz do seu orgulho de carregar as marcas de Cristo em seu próprio corpo. Marcas por certo não só de perseguição que sofreu por amor a Cristo, mas também marcas que estavam impregnadas em sua própria alma.
         Essas marcas que Paulo fala são aquelas que identificam o verdadeiro cristão, são marcas espirituais, que fazem com que os servos fiéis se tornem cada vez mais parecidos com o varão perfeito, que é o próprio Jesus; é termos a nossa vida transformada de tal modo que sejamos cada vez mais à imagem e semelhança do Pai que nos criou.
         Fica aqui então entendido que temos que deixar Jesus fazer estas marcas em nossa vida. Se quisermos ser adoradores mais consagrados, crentes mais fiéis, temos que permitir que Jesus nos molde conforme a sua própria vontade. É tempo de expressar para o Pai: “sonda-me... corrige-me... preciso disso”.
Temos que trazer as marcas de Cristo durante a nossa caminhada como passageiros por terras estranhas, sabendo que a nossa morada é muito melhor, que temos de ajudar a transformar a nossa comunidade, sociedade, família e até igrejas com as marcas de Cristo.
Deixe as marcas de Cristo em sua vida falarem por você.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Vidas que marcam (17)

         Vidas que marcam traz a história de um certo centurião da cidade de Cafarnaum, que é narrada em Mateus 8.5 a 13 e em Lucas 7.1 a 10. O centurião era, no exército do império romano, o soldado responsável por comandar uma centúria (unidade básica de guerra, formada por um quadrado de 10 fileiras de 10 homens cada, perfazendo um total de 100 soldados) e as suas ordens eram prontamente obedecidas pelos soldados.
         Este homem tinha em sua casa um servo estimado que estava muito enfermo e ele então procura a Jesus para que o pudesse curar. Admira nessa história, primeiro, a sua disposição de procurar alguém que ele só conhecia de falar, depois a sua humildade em afirmar que a sua casa não era digna de receber alguém tão nobre, e por último, a sua fé na autoridade do filho de Deus.
         Nesses dois textos bíblicos, algo que marca muito é a expressão de que Jesus ficou admirado, ou em outras versões, maravilhado com a fé desse homem. Este homem acostumado com as guerras é ‘vidas que marcam’ porque deixou Cristo marcar a sua vida e com a sua fé sensibilizou o mestre.
         “Vidas que marcam” é quando tocamos em Jesus com a nossa fé.

PARA RELAXAR

Essa é em homenagem ao aniversário
do meu filho lucas que adora um
vídeogame.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

a lição em foco (5)

Uma igreja que corrige suas expressões de imaturidade

            Sabemos que igreja é falha, limitada e imperfeita por que na verdade nós somos assim. Não podemos exigir perfeição, porque na realidade isso seria impossível, mas com certeza temos que procurar corrigir essas imaturidades para sermos melhores adoradores.
            Uma igreja é sadia quando ela detecta em seu corpo essas características e se compromete a evoluir, mesmo sabendo que esse caminho é difícil e cheio de obstáculos.
            Este caminho inclui a igreja trabalhar a unidade de fé, entendendo que essa unidade não é uniformidade.  Não podemos viver na utopia  de que todos os cristãos vão viver de uma forma, como se fossemos robotizados pela fé. A unidade nos faz conviver com o diferente aproximando o pensamento um do outro e transformando-os em ações.
            Através dessa unidade, a igreja pode trabalhar as preferências individuais, fazendo com que elas não sufoquem a razão coletiva e nem os princípios eternos. A igreja que corrige a imaturidade, faz essa busca através da sabedoria divina,  buscando o discernimento espiritual para a prática de um cristianismo sadio.
            Amados, para a igreja corrigir as suas imaturidades é necessário que cada um faça a sua parte e cresça rumo a ser igual a Cristo

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Juntos somos melhores (9)


Atos 2. 45 Vendiam suas propriedades e bens, e os repartiam com todos, segundo a necessidade de cada um.

Os cristãos da primeira comunidade cristã eram tão devotados uns aos outros que os mais ricos vendiam suas propriedades para suprir as necessidades daqueles menos favorecidos, ou seja, o amor cristão manifestou-se num programa social de assistência aos pobres. Esta atitude de partilhar os bens uns com os outros, também conhecida como comunitarismo é para ser entendida como uma maneira de ver que a espiritualidade é  inseparável da responsabilidade social.
Os essênios  (certa comunidade judaica existente naquela época) tinha esse comunitarismo como regra obrigatória para pertencer ao grupo, ao contrário dos cristãos que agiam assim  voluntária e individualmente.
Creio que aqui está  expresso um grande ensinamento para a igreja de todos os séculos: é melhor SER do que TER.
Todo dia surge a necessidade de nós, igreja cristã do século XXI aprendermos que somos apenas mordomos dos bens que adquirimos, e que podemos e devemos sim, abençoar vidas necessitadas com as nossas ‘riquezas passageiras’.
Junto somos melhores quando olharmos em nossa volta e, ao perceber a necessidade do outro, praticarmos a total comunhão com aquele irmão.