segunda-feira, 18 de julho de 2011

Juntos somos melhores (7)


Atos 2.43 Em cada um havia temor, e muitos sinais e feitos extraordinários eram realizados pelos apóstolos.

Quando a igreja permanece junta, buscando um mesmo objetivo, que é o de adorar e o de servir ao Senhor, ela passa a ter maturidade espiritual. E uma grande característica desse crescimento é a reverencia ao Senhor por onde estiver.
E essa reverencia não é só no templo, mas sim por onde a igreja estiver, porque sabe que toda a terra é o templo do Deus vivente.
Por isso, nós como igreja, devemos unir todo o nosso aprendizado e toda a nossa comunhão com o Pai e  transformar a nossa vida de um modo que por onde andarmos, possamos ter a ciência que estamos reverente na presença d’Ele.
Além disso, era uma igreja na qual aconteciam coisas.  O texto fala em maravilhas e sinais.  Se esperamos grande coisas de Deus e buscamos fazer grandes coisas para Ele, algo acontecerá.
Mais coisas aconteceriam se crêssemos que juntos podemos fazer acontecer.

domingo, 17 de julho de 2011

Café com Cristo

 Vidas vazias
 
            Há pessoas que vivem neste mundo e, se aqui não vivessem, pouca ou nenhuma diferença fariam. Não porque estão fora da mídia e são desconhecidas. Meu pai e minha mãe são desconhecidos da grande massa, mas sua passagem por aqui legou ao mundo oito filhos, todos de bem.
            Falo de vidas vazias. Delas se espera uma coisa e vem outra. Como bem disse Judas, em sua epístola, “são manchas em vossas festas de amor, banqueteando-se convosco, e apascentando-se a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas; ondas impetuosas do mar, que escumam as suas mesmas abominações; estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas”.
            Que coisa triste: manchas, nuvens sem água, árvores murchas e infrutíferas e ondas impetuosas.
Uma vida se identifica vazia não pelo que se sai dela, mas pelo que entra nela. E Judas explica: “Ai deles! porque entraram pelo caminho de Caim, e foram levados pelo engano do prêmio de Balaão, e pereceram na contradição de Coré”. Caim, maldade, crime. Balaão, engano, falsidade. Coré, rebelião contra a autoridade.
Em Cristo, seremos cheios para fugirmos de uma vida vazia.


      Obs.  Uma excelente série de devocionais postada diariamente no blog do Pastor Neemias Lima, da Igreja Batista do Braga e aqui postado aos domingos.   http://prneemiaslima.blogspot.com/

sábado, 16 de julho de 2011

Estudo no Salmo 23

Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho

INTRODUÇÃO
O mais conhecido dos salmos. Chamado de “salmo do bom pastor”. Há várias maneiras de analisá-lo. Uma delas é a maneira linear, como fazemos hoje. Façamos, então, a análise linear do Salmo, vendo os versículos em seqüência.

V. 1 – O Senhor é o meu pastor; nada me faltará – Tese do salmo na primeira declaração. A conseqüência vem na segunda parte. Porque Iahweh é o pastor, nada falta. “Pastor” se aplicava ao homem que cuidava de ovelha (vv. 1-4) e ao líder humano (vv.5-6).

V. 2 – Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas – Na primeira declaração, vemos o cuidado na alimentação. Era difícil achar pastos verdes no  deserto. Mas o Senhor provê isto. Na segunda, ele conduz a ovelha às águas. Ovelhas só bebem em águas paradas, calmas, nunca agitadas. O versículo fala da provisão de quem confia no Senhor. Ele toma os cuidados necessários, mesmo que sejam especiais.

V. 3 – Refrigera a minha alma; guia-me nas veredas da justiça por amor do seu nome – No calor do deserto se precisa de frescor, de refrigério. O Senhor refrigera a alma. Alma é o hebraico nephesh¸ e significa a integralidade da pessoa, o âmago. De novo, a segunda frase se liga à primeira. Como isto acontece? Ele refrigera a alma quando nos guia nos caminhos certos, por amor a ele mesmo. Não é por mérito nosso, mas porque ele tem prazer nisto. A mensagem bíblica é de um Deus que ama e que cuida (1Jo 4.8).

V. 4 – Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam  – Quando a situação ficar difícil, beirando a morte, aquele que confia não teme. Tem experiência do cuidado divino, sabe de sua companhia constante. Seu consolo vem da vara (disciplina) e do cuidado (cajado). Deus cuida e ensina. Cuidado e disciplina caminham juntos.

V.  5 - Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos; unges com óleo a minha cabeça, o meu cálice transborda – Agora a linguagem é de trato humano. Comer com alguém era ter amizade com este alguém. “Ungir” não é unção sacerdotal, mas, literalmente “passar gordura”. Era para que a pessoa não sofresse insolação no deserto. Ele faz isso com a ovelha. Cálice cheio era sinal de favoritismo. Veja Gênesis 43.34. O Senhor é amigo, cuida de nosso bem-estar e mostra que tem cuidado especial por nós. Veja Êxodo 11.7.

V. 6 – Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias – O fiel tem a certeza de que é acompanhado pela bondade (tôv, o que é bom) e pela misericórdia (hesed, o amor eterno). O fiel é acompanhado, todos os dias, pelas boas coisas de Deus e por seu amor que nunca se acaba. E, quando ele morrer, vai morar na casa do Senhor para sempre.

CONCLUSÃO
Um salmo que fala do cuidado de Deus. Quem confia nele, de todo coração, pode descansar. Ele cuida. Sobre quem é este pastor, lembremos destas palavras de Jesus: João 10.11 e 10.14. Aquele que confia em Jesus pode ter a certeza de confiou a vida a quem tem autoridade e interesse.

Esta e outras palavras abençoadoras estão no site http://www.isaltino.com.br/

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Orvalho sobre o Arraial (6)


A maratona da Vida 

Mateus 6:34 -  “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã trará suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu problema”.
Amada igreja, como somos ansiosos em nosso viver diário, parece até que para nós não existe o amanhã. Muitas vezes somos levados por essa ansiedade a cometer erros infantis, que, se tivéssemos parado um pouco para refletir, teríamos evitado.
         Vivemos o nosso dia como se fosse um prova de 100 metros rasos nas Olimpíadas: uma só explosão, um olhar, um fôlego, uma só razão. Mas creio que nossas vidas têm que se parecer mais com uma corrida de maratona, dá tempo de respirar, de olhar para o outro que está correndo com a gente, de olhar para trás e ver quem está nos seguindo, de olhar para a platéia e ver como somos observados, de olhar para frente e aprender com os líderes, de olhar para o objetivo com a certeza de que vamos alcançá-lo.
         A maratona da vida é feita de paciência e longanimidade.  O arquiteto Oscar Niemeyer colocou uma mensagem em seu twitter falando do seu segredo de viver (produzindo ainda) aos 103 anos: “Não viva cada dia como se fosse o último, viva como se fosse o primeiro”.    
         Aprendamos com a Palavra para vivermos cada dia na presença do Senhor, deixando-o trabalhar em nosso coração e nos moldar ao coração do Pai.
         Oração
       “Pai, minha vida a Ti pertence; não permita que a consuma com coisas que não te agradam; que eu possa ter o discernimento que vem de Ti, para realizar Sua vontade em meu dia a dia.”

      

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Crônicas da Pibac


A pilastra e os bateristas

Início da década de 80, as transformações pelo qual a sociedade passava chega a igreja, provocando momentos de inquietações e suspense. Assim todas as igrejas passaram por adequações a uma nova cultura, que muitas vezes vinham de encontro ao jeito de ser igreja dos anos 60 e 70.
Por essa época o nosso templo estava em fase de acabamento e os cultos eram realizados no salão de baixo. Na época não existia o corredor, ou seja, o auditório ia até as salas, e  tinha umas pilastras no meio.
Nessa época, existia em nossa igreja um conjunto chamado “Libertus”, que era formado por Ademar Almeida, Josias Guimarães, Luis Antonio e Adauto e as vocalista Lucinéia, Nádia, Sandra mesquita e  Luciene entre outros.
Pois bem, essas pilastras eram a saída de nossos bateristas. É que na época, início dos anos 80, era muito difícil ver nas igrejas os conjuntos com guitarra elétrica e bateria. Isto era coisa do mundo.
Quando  os jovens começaram a conseguir este espaço, a luta era tremenda, pois era difícil tocar (adorar) e ver ao mesmo tempo a face de insatisfação de muitas pessoas, em especial, de alguns líderes.
O baterista então achou o lugar ideal para vencer esta batalha. Ele tocava escondido atrás da pilastra.  Ele olhava onde sentaria  algumas pessoas, e colocava o banco de tal forma que  a pilastra o ocultava dos olhos de reprovação.
Assim aos poucos, as inovações de um novo tempo foram quebrando regras que pareciam eternas.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Vidas que marcam (14)

         Zaqueu era um homem mal visto pela sociedade de Jerusalém. Também, a sua profissão já apontava para o seu caráter. Ele era o chefe dos publicanos e tinha a sua riqueza advinda da extorsão, d a exploração e  da opressão para com o povo.
         Mas tinha um fato curioso com esse personagem: seu nome. Sabemos que os nomes descritos na Bíblia refletem características dos seus portadores. E Zaqueu significa aquele que é puro. Nada tão  diferente da vida suja e desagradável que levava até então.
         Mas o evangelho de Jesus tem o alcance de todas as classes sociais, e um dia este homem tão ocupado se sentiu incomodado  pelos rumores de que na cidade tinha alguém diferente, que transformava vidas com o poder se sua vida e de suas palavras.
Essa inquietação fez que com Zaqueu saísse de casa e fosse para onde este homem iria passar. Mas a multidão era muito grande, e ele não teria como ver esse tal de Jesus, muito menos falar com ele.
Com o seu coração cheio de incertezas sobre a sua própria vida, subiu em uma arvore para vê-lo ao menos passar e sentir com os próprios olhos o que teria de diferente.
O que ele não sabia era que o velho Zaqueu ficaria em algum lugar da árvore e de lá desceria um novo homem, transformado pelo poder do amor de Jesus e pronto para através de sua própria transformação marcar vidas.