sexta-feira, 15 de julho de 2011

Orvalho sobre o Arraial (6)


A maratona da Vida 

Mateus 6:34 -  “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã trará suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu problema”.
Amada igreja, como somos ansiosos em nosso viver diário, parece até que para nós não existe o amanhã. Muitas vezes somos levados por essa ansiedade a cometer erros infantis, que, se tivéssemos parado um pouco para refletir, teríamos evitado.
         Vivemos o nosso dia como se fosse um prova de 100 metros rasos nas Olimpíadas: uma só explosão, um olhar, um fôlego, uma só razão. Mas creio que nossas vidas têm que se parecer mais com uma corrida de maratona, dá tempo de respirar, de olhar para o outro que está correndo com a gente, de olhar para trás e ver quem está nos seguindo, de olhar para a platéia e ver como somos observados, de olhar para frente e aprender com os líderes, de olhar para o objetivo com a certeza de que vamos alcançá-lo.
         A maratona da vida é feita de paciência e longanimidade.  O arquiteto Oscar Niemeyer colocou uma mensagem em seu twitter falando do seu segredo de viver (produzindo ainda) aos 103 anos: “Não viva cada dia como se fosse o último, viva como se fosse o primeiro”.    
         Aprendamos com a Palavra para vivermos cada dia na presença do Senhor, deixando-o trabalhar em nosso coração e nos moldar ao coração do Pai.
         Oração
       “Pai, minha vida a Ti pertence; não permita que a consuma com coisas que não te agradam; que eu possa ter o discernimento que vem de Ti, para realizar Sua vontade em meu dia a dia.”

      

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Crônicas da Pibac


A pilastra e os bateristas

Início da década de 80, as transformações pelo qual a sociedade passava chega a igreja, provocando momentos de inquietações e suspense. Assim todas as igrejas passaram por adequações a uma nova cultura, que muitas vezes vinham de encontro ao jeito de ser igreja dos anos 60 e 70.
Por essa época o nosso templo estava em fase de acabamento e os cultos eram realizados no salão de baixo. Na época não existia o corredor, ou seja, o auditório ia até as salas, e  tinha umas pilastras no meio.
Nessa época, existia em nossa igreja um conjunto chamado “Libertus”, que era formado por Ademar Almeida, Josias Guimarães, Luis Antonio e Adauto e as vocalista Lucinéia, Nádia, Sandra mesquita e  Luciene entre outros.
Pois bem, essas pilastras eram a saída de nossos bateristas. É que na época, início dos anos 80, era muito difícil ver nas igrejas os conjuntos com guitarra elétrica e bateria. Isto era coisa do mundo.
Quando  os jovens começaram a conseguir este espaço, a luta era tremenda, pois era difícil tocar (adorar) e ver ao mesmo tempo a face de insatisfação de muitas pessoas, em especial, de alguns líderes.
O baterista então achou o lugar ideal para vencer esta batalha. Ele tocava escondido atrás da pilastra.  Ele olhava onde sentaria  algumas pessoas, e colocava o banco de tal forma que  a pilastra o ocultava dos olhos de reprovação.
Assim aos poucos, as inovações de um novo tempo foram quebrando regras que pareciam eternas.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Vidas que marcam (14)

         Zaqueu era um homem mal visto pela sociedade de Jerusalém. Também, a sua profissão já apontava para o seu caráter. Ele era o chefe dos publicanos e tinha a sua riqueza advinda da extorsão, d a exploração e  da opressão para com o povo.
         Mas tinha um fato curioso com esse personagem: seu nome. Sabemos que os nomes descritos na Bíblia refletem características dos seus portadores. E Zaqueu significa aquele que é puro. Nada tão  diferente da vida suja e desagradável que levava até então.
         Mas o evangelho de Jesus tem o alcance de todas as classes sociais, e um dia este homem tão ocupado se sentiu incomodado  pelos rumores de que na cidade tinha alguém diferente, que transformava vidas com o poder se sua vida e de suas palavras.
Essa inquietação fez que com Zaqueu saísse de casa e fosse para onde este homem iria passar. Mas a multidão era muito grande, e ele não teria como ver esse tal de Jesus, muito menos falar com ele.
Com o seu coração cheio de incertezas sobre a sua própria vida, subiu em uma arvore para vê-lo ao menos passar e sentir com os próprios olhos o que teria de diferente.
O que ele não sabia era que o velho Zaqueu ficaria em algum lugar da árvore e de lá desceria um novo homem, transformado pelo poder do amor de Jesus e pronto para através de sua própria transformação marcar vidas.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Para relaxar

Lição em foco (2)

Uma igreja em sintonia com o primeiro amor

            Em sintonia com o primeiro amor. Está deve ser a maior qualificação de uma igreja. Cada cristão deve  refletir diariamente sobre como está  o seu envolvimento com o “dono da obra”.
            Na verdade muitas vezes nós nos envolvemos tanto com a instituição igreja que perdemos de vista o Senhor Jesus. São tanta atividades, tantas coisas a fazer, a comprar, a mostrar do que somos capazes.
Conta-se que uma jovem corista não perdia um ensaio. Pode estar uma noite gostosa ou uma noite muito fria e chuvosa, não importava, lá estava ela aquecendo a sua voz para embelezar mais ainda o canto coral.
Mas um dia ela foi ensaiar, mas deu tudo errado. Ela estava distante, alheia a regência, desligada das introduções da harmonia.  De repente ele senta num canto e começa a chorar copiosamente. Todos ficam perplexos. O que estaria acontecendo com ela?
Então ela desabafa: “Hoje quando eu estava me arrumando para vir para o ensaio, Jesus me convidou para ficar o adorando a sós. Mas eu tinha compromisso aqui no coral. Eu preferi vir ensaiar... e deixei Jesus me esperando.”
Apocalipse 2. 4 e 5 nos fala que, infelizmente, é possível abandonar o primeiro amor. Não fala em perder, mas sim em abandonar, em deixar, em dar a devida importância. E mais do que isso, manda nos lembrar onde abandonamos e voltar, reiniciar, a sintonia com Deus.
A igreja do século XXI tem que ter a mesma pedra fundamental da igreja primitiva. Jesus Cristo.
Obs.- Lição em foco são textos extraídos das lições da revista Palavra e Vida, que a Primeira Igreja Batista em Arraial do Cabo usa na Escola Bíblica dominical. Estes textos saíram às terças.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Juntos somos melhores (6)


Atos 2.42 E eles perseveravam no ensino dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.
Este versículo menciona que a perseverança da igreja era evidente em quatro ações que caracterizam uma igreja que anda em amor e em temor.
Primeiramente, os cristãos da igreja primitiva tomavam parte na doutrina (ou no ensino) dos apóstolos. E creio aqui que não era um participar passivo, apenas sentado ouvindo, mas sim ativa, vivendo, caminhando junto ao o que lhes eram ensinado.
Este aprendizado proveniente do ensino em grupo provocava a segunda ação que marca o texto: comunhão. Creio que aqui eles compartilhavam mais do que um simples estar juntos num mesmo espaço de aprendizes da palavra. Creio que aqui o que eles compartilhavam era Deus. Deus estava presente nas suas reuniões e, a despeito de suas diferenças e de suas dificuldades, o compartilhar a presença de Deus os mantinham unidos.
Essa comunhão de um com o outro da presença de Deus traz a terceira ação definida no texto bíblico como no partir do pão. Era uma refeição especial, na  presença do Pai, para celebrar a perfeita união entre Jesus e o homem.
E completando esse belo quadro, e nas orações. Esta ação constituí o verdadeiro pilar da vida cristã do crente em Jesus. Uma igreja que ora quer saber e fazer mais a vontade de Deus.
Portanto é necessário que entendermos que juntos somos melhores em aprender a palavra, compartilhar Deus, celebrar Deus e nos relacionarmos com Ele.
Obs  - Toda segunda feira uma  nova postagem sobre a comunhão da Igreja
de Cristo.

domingo, 10 de julho de 2011

Café com Cristo



Como se apresentar a Deus
            É comum a preocupação com indumentária nas reuniões coletivas da Igreja. Até porque ninguém deve ir ao templo como se vai à praia, ao campo de futebol, ao parque ou a algum lugar de lazer. Mas não se pode concluir que o uso de determinadas roupas agrada ou não a Deus, embora o pudor e o equilíbrio devam sempre estar presentes.
            Em II Timóteo 2.15, Paulo dá a receita de como se apresentar a Deus: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”.
            1º - Aprovado. Atente bem, não é reprovado, mas aprovado. Se você recebesse uma avaliação de Deus, qual seria a sua nota?
            2º - Obreiro que não tem de que se envergonhar. Não se trata de perfeição, mas de caráter limpo diante de Deus e sem a mancha da vergonha por pecados cometidos e não confessados, não resolvidos.
            3º - Que maneja bem a palavra da verdade. É comum encontrarmos cristãos que não sabem versículos de cor. Pode-se dizer que isso não é tão importante. É verdade. Mas pode revelar o descuido com a palavra de Deus.
            Temos nos apresentado a Ele assim? Se não, comecemos a mudar o quadro. 
        Uma excelente série de devocionais postada diariamente no blog do Pastor Neemias Lima, da Igreja Batista do Braga e aqui postado aos domingos.   http://prneemiaslima.blogspot.com/