terça-feira, 12 de julho de 2011

Lição em foco (2)

Uma igreja em sintonia com o primeiro amor

            Em sintonia com o primeiro amor. Está deve ser a maior qualificação de uma igreja. Cada cristão deve  refletir diariamente sobre como está  o seu envolvimento com o “dono da obra”.
            Na verdade muitas vezes nós nos envolvemos tanto com a instituição igreja que perdemos de vista o Senhor Jesus. São tanta atividades, tantas coisas a fazer, a comprar, a mostrar do que somos capazes.
Conta-se que uma jovem corista não perdia um ensaio. Pode estar uma noite gostosa ou uma noite muito fria e chuvosa, não importava, lá estava ela aquecendo a sua voz para embelezar mais ainda o canto coral.
Mas um dia ela foi ensaiar, mas deu tudo errado. Ela estava distante, alheia a regência, desligada das introduções da harmonia.  De repente ele senta num canto e começa a chorar copiosamente. Todos ficam perplexos. O que estaria acontecendo com ela?
Então ela desabafa: “Hoje quando eu estava me arrumando para vir para o ensaio, Jesus me convidou para ficar o adorando a sós. Mas eu tinha compromisso aqui no coral. Eu preferi vir ensaiar... e deixei Jesus me esperando.”
Apocalipse 2. 4 e 5 nos fala que, infelizmente, é possível abandonar o primeiro amor. Não fala em perder, mas sim em abandonar, em deixar, em dar a devida importância. E mais do que isso, manda nos lembrar onde abandonamos e voltar, reiniciar, a sintonia com Deus.
A igreja do século XXI tem que ter a mesma pedra fundamental da igreja primitiva. Jesus Cristo.
Obs.- Lição em foco são textos extraídos das lições da revista Palavra e Vida, que a Primeira Igreja Batista em Arraial do Cabo usa na Escola Bíblica dominical. Estes textos saíram às terças.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Juntos somos melhores (6)


Atos 2.42 E eles perseveravam no ensino dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações.
Este versículo menciona que a perseverança da igreja era evidente em quatro ações que caracterizam uma igreja que anda em amor e em temor.
Primeiramente, os cristãos da igreja primitiva tomavam parte na doutrina (ou no ensino) dos apóstolos. E creio aqui que não era um participar passivo, apenas sentado ouvindo, mas sim ativa, vivendo, caminhando junto ao o que lhes eram ensinado.
Este aprendizado proveniente do ensino em grupo provocava a segunda ação que marca o texto: comunhão. Creio que aqui eles compartilhavam mais do que um simples estar juntos num mesmo espaço de aprendizes da palavra. Creio que aqui o que eles compartilhavam era Deus. Deus estava presente nas suas reuniões e, a despeito de suas diferenças e de suas dificuldades, o compartilhar a presença de Deus os mantinham unidos.
Essa comunhão de um com o outro da presença de Deus traz a terceira ação definida no texto bíblico como no partir do pão. Era uma refeição especial, na  presença do Pai, para celebrar a perfeita união entre Jesus e o homem.
E completando esse belo quadro, e nas orações. Esta ação constituí o verdadeiro pilar da vida cristã do crente em Jesus. Uma igreja que ora quer saber e fazer mais a vontade de Deus.
Portanto é necessário que entendermos que juntos somos melhores em aprender a palavra, compartilhar Deus, celebrar Deus e nos relacionarmos com Ele.
Obs  - Toda segunda feira uma  nova postagem sobre a comunhão da Igreja
de Cristo.

domingo, 10 de julho de 2011

Café com Cristo



Como se apresentar a Deus
            É comum a preocupação com indumentária nas reuniões coletivas da Igreja. Até porque ninguém deve ir ao templo como se vai à praia, ao campo de futebol, ao parque ou a algum lugar de lazer. Mas não se pode concluir que o uso de determinadas roupas agrada ou não a Deus, embora o pudor e o equilíbrio devam sempre estar presentes.
            Em II Timóteo 2.15, Paulo dá a receita de como se apresentar a Deus: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade”.
            1º - Aprovado. Atente bem, não é reprovado, mas aprovado. Se você recebesse uma avaliação de Deus, qual seria a sua nota?
            2º - Obreiro que não tem de que se envergonhar. Não se trata de perfeição, mas de caráter limpo diante de Deus e sem a mancha da vergonha por pecados cometidos e não confessados, não resolvidos.
            3º - Que maneja bem a palavra da verdade. É comum encontrarmos cristãos que não sabem versículos de cor. Pode-se dizer que isso não é tão importante. É verdade. Mas pode revelar o descuido com a palavra de Deus.
            Temos nos apresentado a Ele assim? Se não, comecemos a mudar o quadro. 
        Uma excelente série de devocionais postada diariamente no blog do Pastor Neemias Lima, da Igreja Batista do Braga e aqui postado aos domingos.   http://prneemiaslima.blogspot.com/

sábado, 9 de julho de 2011

Música cristã de qualidade



Às vezes ficamos eu e meu filho Lucas a conversar (e implicar um com o outro) sobre a música evangélica, também chamada de “gospel”. Certamente que por sermos de gerações diferentes temos preferências que muitas vezes não se casam.
Mas apesar desses desencontros de estilos, às vezes me vejo adorando a  Deus com uma música de uma banda indicada por ele, e vice-versa.
E nesses diálogos harmoniosos (às vezes, rs), vem à tona  alguns debates, principalmente quando eu escuto (e ele, por tabela, também) o Grupo Logos, pois ele sabe da minha admiração do trabalho e da postura desse grupo.
Como ele não está morando mais no Arraial, quero deixar então este comentário para ele ler ( e todos os que estão ao alcance desse registro)
O melhor Grupo Musical (na minha humilde opinião) está completando este ano 30 amos de atividade. É bom entender que é bem mais do que um grupo que toca e que canta, pois por traz tem a Missão Evangélica Logos, que  passa a maior parte dos 365 dias do ano a cantar em vilas, praças, teatros,templos, de nosso Brasil a fora, sempre falando do amor de Deus de uma forma bem simples, clara  e objetiva.
Com 17 títulos já gravados, Logos é um ministério que tem a qualidade e a visão cristocêntrica como diferencial. E em tempos de tantas “novidades” no meio da música gospel, eles continuam a ser referência por suas letras profundas e corretamente bíblicas e a discrição de que o importante é a mensagem, o conteúdo.
Assim, comemorando estes 30 anos, deixo como uma boa indicação de uma música cristã de qualidade  o GRUPO LOGOS, que canta a “Palavra Viva”.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Orvalho sobre o Arraial (5)



Qual o som e qual o tom de nossa voz?

Provérbios 15:1 e 2 -  “A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura provoca a ira.  A língua dos sábios destila conhecimento, mas a boca dos tolos derrama tolice”.

Um certo sábio falou que duas pessoas gritam uma com a outra porque os seus corações estão distantes e para cobrir esta distância é necessário gritar.  Em contrapartida, os enamorados vivem a sussurrar, falam bem suave, porque os seus corações estão unidos.
Qual a distância do seu coração para com as pessoas com que você se relaciona? Qual a distância do seu coração para com o seu cônjuge, seu filho, seus colegas de trabalho ou de escola?  Qual a distância de seu coração para com os irmãos da igreja que você pertence? Qual a distância do seu coração para com o seu pastor? Qual a distância do seu coração para com você mesmo? Qual a distância do seu coração para com Jesus?
É tempo de encurtar essa distância, tempo de nos aproximar de Deus em oração, de abrir o coração para que o poder curador e santificador de Jesus possa nos restaurar. É tempo de se permitir ser tocado por Deus, de ser curado por Ele.

Oração      
"Pai, coloque nos meus lábios palavras de brandura para com os meus queridos, para o louvor da sua glória. Amém.” 

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cronicas da pibac (3)

CASA PASTORAL AO LADO DE UM CLUBE?

Antigamente o templo da “PIBAC” era na Avenida Getúlio Vargas, ao lado do Tupy Esporte clube. Quando adquirimos este terreno na “lagoa verde” (antigo nome desta área), construímos aqui o templo e lá passou a ser a residência de nosso pastor. Sim, ao lado do Clube !!!
De segunda a sexta era uma maravilha, pois o arraial era muito calmo e o pessoal caseiro. Mas aos sábados...
Sábado era o dia de baile  no clube e de tormento para o nosso pastor. Eram noites e noites de sono perdido. O som nas alturas, o transitar das pessoas e o nosso pastor, coitado, tentando lapidar o sermão,  fazer uma devocional, ter um a sós com Deus ou até mesmo dormir em paz.
         Quantas noites em que só restava rolar na cama, com ouvidos cheios de algodão, a esperar a madrugada chegar, para se fazer silêncio e poder dormir tranqüilo. No dia seguinte, bem cedinho, lá estava o pastor no púlpito, com as suas olheiras incompreendidas, querendo tirar uma siesta depois do almoço

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Vidas que marcam (13)

AS APARÊNCIAS ENGANAM

João 4:7- “Então veio uma samaritana tirar água. E Jesus lhe disse: Dá-me um pouco de água.”
Quando eu cheguei aquele poço de Jacó, quase ao meio dia, não esperava ninguém por lá. O sol estava muito forte e nesse horário geralmente as pessoas ficavam em casa ou à sombra para se refrescarem. Eu não queria que ninguém me visse. Aliás, estava cansada de ouvir piadinhas sobre a minha moral e minha conduta. Havia um homem sentado no poço, parecia muito cansado, devia estar viajando. Ele estava sozinho.  Pensei em voltar para pegar água em uma outra hora, não queria importunar nem ser importunada, mas aquele homem com sotaque estrangeiro me pediu água.
Vocês sabem que água não se nega a ninguém, mas eu achei estranho um judeu, inimigo do povo, me pedir água com a voz tão macia. Tentei dar um fora nele e cortar o assunto pela raiz, mas cada palavra que eu falava era mais um motivo para ele dialogar comigo. Como as suas palavras eram diferentes!
Aquele homem que me pediu água era, na verdade, uma fonte de água viva.  Suas palavras foram lavando a minha alma, foram tirando de mim as minhas defesas e me mostrando uma nova vida. Ele me falou de coisas de minha vida que só eu sabia. Engraçado que ele mexia nas minhas mais profundas feridas sentimentais e existenciais e eu não sentia dor.  Naquele diálogo, ele matou a minha sede de vida. Ele me deu uma nova vida.
Eu tinha ido ao poço com sede e Jesus tinha a água que eu precisava.