sexta-feira, 17 de junho de 2011

Orvalhos sobre o Arraial (2)

Sobre o ARRAIAL também caia o maná.
Números 11. 9- “Quando, de noite, descia o orvalho sobre o ARRAIAL, sobre este  também caía o maná.”
Se todos os dias temos as bênçãos “normais” daquele dia em forma de orvalhos que nos faz revigorar e nos vivifica com a presença do Senhor, devemos perceber que sobre nós, vem também o maná.
Houve um tempo no deserto, que o povo de Israel estava com dificuldades de sobrevivência. Foi  uma época difícil, em que alguns homens murmuraram contra Deus enquanto que outros, como Moisés, clamavam ao Senhor.
Foi desde clamor que veio o maná. Muito se tem debatido sobre o que seria este maná, mas de uma forma simples podemos conceituar que maná era uma alimentação de origem divina.
Maná é aquela resposta de Deus para a nossa oração. É quando Deus, de forma muito amável, abaixa os seus ouvidos para ouvir os sussurros de crente fiéis a Ele, clamando por salvação, saúde, discernimento, liberdade  e etc.
Maná sobre o arraial é Deus ouvindo o povo e providenciando as bênção de acordo com a sua santa vontade  e sabedoria. É  Deus bem perto, caminhando com os seus no deserto da vida, mostrando o caminho para o oásis.
Maná sobre você, amado irmão, é Deus ouvindo a sua oração, acalmando o seu coração e te fazendo compreender que é Ele, e só Ele, que te sustenta, te alivia... que te ama.
Maná e a expressão do amor de Deus em ação.
Oração –
Obrigado Pai, por que em meio aos desertos que surgem em minha vida, eu percebo a sua companhia a andar comigo, a me carregar, a me sustentar. Obrigado por que és fiel a mim. Amém.

Obs - Toda  sexta-feira uma nova postagem da série de devocionais  "Orvalhos sobre o Arraial".

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Vidas que marcam (10)


         Era um homem errante que estava sentado a beira de um caminho cheio de incertezas e temores. Ele era cego. E por causa de sua enfermidade era duramente discriminado.  Ser cego no século I era literalmente viver em trevas, pois era rejeitado pela sociedade e a sua enfermidade era visto pelos religiosos como maldição  de algum pecado.
         Mas se por um lado ele era cego, ele compensava isso com uma percepção muito profunda e uma convicção que faria a diferença. Foi assim que ele percebeu a aproximação de uma multidão de pessoas que estavam como que extasiadas com os sinais  deu um filho de um carpinteiro.
         Ele viu que esse filho de um carpinteiro, Jesus, era a solução para o seu problema, e com esta convicção definida em seu coração  verbalizou em alto e bom som o desejo do seu coração: “Mestre, tendes compaixão de mim”.
         Mas o que define ao cego Bartimeu como “vidas que marcam” foi a sua ação em busca do objetivo maior. Ele levantou-se e se despiu de sua capa. Capa esta que significava tudo o que ele tinha. Representava a sua identidade, a sua realidade, a sua vida. Ao jogá-la de lado estava afirmando que a partir da agora, sua fé estava depositada naquele Santo Homem que estava passando. E Ele foi abençoado pela sua ação.

Obs. Este “vidas que marcam”  é baseado na mensagem que a Profª. Evonilmar pregou na pibac no dia 14 de junho de 2011.

Vidas que marcam (9)

         Às vezes pessoas anônimas marcam  as nossas vidas profundamente, e ficamos a perguntar quem é ela? O que faz da vida?  Por onde estará?
Ser anônimo não é nem pode ser insignificante. Muito menos invisível. 
         Vidas que marcam traz hoje, para nossa reflexão, a história de uma mulher anônima, que viveu profundamente algumas horas dialogando com Jesus ao lado de um poço e esse diálogo mudou sua vida para sempre.
         Ela é conhecida como a mulher samaritana, e o texto bíblico que se encontra no Evangelho de João, no capítulo 4, fala da transformação total dessa mulher, que chegou até o poço cheia de uma sede que ela mesma não entendia, e por isso tinha a vida toda enrolada, e que após experimentar a “Água da Vida” foi totalmente saciada.
         Interessante que ela era uma pessoa religiosa, mas aprendeu que se envolver com Jesus é muito mais do que ter uma religião. É ter a “Água da Vida” a matar a sede de viver. É ter vida com abundância. É ter vida eterna.
         Não sabemos se  chamava Maria, ou Rachel, ou Ana. Poderia ser Joana ou até mesmo Barbara. Na verdade, o nome pouco importa, pois ela pertence a galeria de “Vidas que marcam” por que se deixou ser transformada por Jesus. E essa restauração, essa renovação, esse testemunho de uma nova vida em Cristo é a sua herança para nós.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Juntos somos melhores (2)



Revestidos para testemunhar

Atos 1.4 - Enquanto participava de uma refeição com eles, ordenou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual, disse ele, de mim ouvistes.
Atos 1.8 - Mas recebereis poder quando o Espírito Santo descer sobre vós; e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.

            Desde o inicio da igreja, notamos a importância da comunhão e da unidade da mesma. Podemos afirmar que juntos somos melhores que recebemos o revestimento do Espírito Santo para sermos testemunhas do que Cristo fez (e faz) em nossas vidas.
            Notemos aqui que a unidade estava refletida não só em participar da refeição com o Senhor, mas também de ficar na expectativa do cumprimento da promessa.
            E a promessa que a igreja possui, com a presença do Santo Espírito, é a de juntos, proclamar este maravilhoso amor que nos alcançou, testemunhando de tudo o que Ele é para nós.
            Temos que, como Igreja de Cristo que somos, entender que fazemos parte de corpo, onde Ele é o cabeça, e nos guia, juntos, para fazermos a sua obra e a sua vontade.
Juntos somos melhores, porque a missão é nossa como igreja de Cristo

Obs  - Toda segunda feira uma  nova postagem sobre a comunhão da Igreja de Cristo.

Fotos da Cantata na Pibac

Algumas fotos da cantata realizada na Pibac neste domingo, dia 12 de junho


domingo, 12 de junho de 2011

Cantata na Pibac

 Cantata do coral da Primeira Igreja Batista em Arraial do Cabo -  Dia 12 de junho, às 20 horas.
Você é o nosso convidado especial