sábado, 24 de janeiro de 2026

A DOUTRINA DE CRISTO AULA 03

 

AULA 3 - AS BENÇÃOS RECEBIDAS DA EXPIAÇÃO DE CRISTO

 

Bênçãos da Expiação de Cristo

A Expiação de Cristo cria as condições sob as quais podemos confiar nos "méritos, misericórdia e graça do Messias", "[ser] aperfeiçoados em [Cristo]", receber todas as coisas boas e alcançar a vida eterna.

Por outro lado, a doutrina de Cristo é o meio, o único meio, pelo qual podemos receber todas as bênçãos que nos foram concedidas por intermédio da Expiação de Jesus. É a doutrina de Cristo que nos permite ter acesso ao poder espiritual que nos eleva de nosso estado espiritual atual para um estado no qual podemos nos tornar perfeitos como o Salvador.

Vamos examinar cada elemento da doutrina de Cristo.

Primeiro: Fé em Jesus Cristo e em Sua Expiação. A Bíblia nos ensina que a fé começa ao ouvirmos a palavra de Cristo. As palavras de Cristo testificam de Seu sacrifício expiatório e nos ensinam como receber o perdão, as bênçãos e a exaltação.

Quando damos ouvidos às palavras de Cristo, exercemos fé, escolhendo seguir os ensinamentos e o exemplo do Salvador. Jesus viveu uma vida sem pecados e, em Sua Expiação, satisfez as exigências da justiça por vocês e por mim. Ele tem o poder e as chaves para levar a efeito a ressurreição de todos os homens, e tornou-a possível por meio da misericórdia. Quando entendemos que podemos alcançar a misericórdia pelos méritos de Cristo, somos capazes de ter "fé para o arrependimento". Confiar plenamente nos méritos de Cristo é acreditar que Ele fez o que era necessário para nos salvar.

Segundo: Arrependimento. É o processo que o Pai nos deu para que possamos mudar ou transformar nossos pensamentos, nossas ações e o nosso mais profundo ser a fim de tornarmo-nos cada vez mais semelhantes ao Salvador. Não é um processo somente para os grandes pecados, mas, sim, um processo diário de autoavaliação e crescimento, que nos ajuda a sobrepujar nossos pecados, nossas imperfeições, nossas fraquezas e nossas falhas. O arrependimento nos faz "verdadeiros seguidores" de Cristo, o que nos enche de amor e lança fora nossos medos. O arrependimento não é um plano alternativo caso nosso plano de viver perfeitamente falhe. O arrependimento continuo é o único caminho que nos proporciona alegria duradoura e capacita-nos a viver novamente com nosso Pai Celestial. 

Por meio do arrependimento, tornamo-nos totalmente submissos e obedientes à vontade de Deus. Mas isso não acontece isoladamente. O reconhecimento da bondade de Deus e de nossa nulidade, combinado com nossos melhores esforços para alinhar nosso comportamento à vontade de Deus, traz a graça para nossa vida.

Quando nos arrependemos, substituímos nossos antigos comportamentos impuros, nossas fraquezas, nossas imperfeições e nossos medos por novos comportamentos e crenças que nos aproximam do Salvador e nos ajudam a tornarmo-nos semelhantes a Ele.                                   

Terceiro: O Batismo. O batismo nas águas simboliza a publica declaração de fé em Jesus Cristo, representando a morte para o pecado e o renascimento para uma nova vida com Ele. Esse ato é uma demonstração exterior de uma transformação interior, onde a pessoa se identifica com a morte, sepultamento e: ressurreição de Cristo. A água representa a purificação e a renovação, e o batismo é a porta de entrada para a vida em comunidade com a Igreja

Simbolismos do batismo

Morte e sepultamento:

A imersão na água simboliza o "morrer para o velho eu", sendo sepultado com Cristo para deixar a vida de pecado.

Ressurreição e nova vida:

Ao emergir da água, a pessoa simboliza o "renascimento" para uma nova vida em novidade de espírito, ressuscitando com Cristo.

Purificação:

A água simboliza a purificação dos pecados, que é realizada interiormente pela fé e pelo arrependimento, e o batismo confirma essa purificação de forma visivel.

Unidade e compromisso:

○ batismo é um ato público que demonstra o compromisso de seguir Jesus e une o fiel à comunidade da Igreja, a "unidade do povo de Deus".

O que é necessário para o batismo?

Arrependimento e fé:

A Biblia estabelece que o batismo é para quem se arrepende de seus pecados e crê em Jesus Cristo.

Consciência e decisão:

A pessoa deve ter a capacidade de entender os ensinos básicos da fé e tomar a decisão consciente de dedicar sua vida a Deus. Por isso, o batismo não é recomendado para bebes

O batismo é o mesmo que a salvação?

Não, o batismo é um símbolo é uma declaração exterior da salvação que já  foi alcançada pela fé interior. A salvação acontece no momento da  crença em Jesus como Senhor e Salvador, e p batismo é a confirmação pública dessa fé.

Quarto: O dom do Espírito Santo. Como nosso companheiro constante, o Espirito Santo dá-nos poder guardarmos nosso compromisso com Cristo. Ele também nos santifica, o que significa "livrar-nos do pecado e tornar-nos puros, limpos e santos, por meio da Expiação de Jesus Cristo". O processo de santificação não somente nos limpa, mas nos investe com os dons espirituais necessários 2 os atributos divinos do Salvador e muda nossa natureza de tal modo que "não temos mais disposição para praticar o mal". Todas as vezes que recebemos o Espírito Santo em nossa vida por meio da fé, do arrependimento, das ordenanças, do serviço cristão e de outros esforços justos, somos modificados até que, gradualmente, nos  tornemos  semelhantes a Cristo,

Quinto: Perseverar até o fim. O ato de recebermos o Espírito Santo e a mudança que isso causa em nós fortalecem nossa fé. Quando desenvolvida, a fé leva-nos ao arrependimento. Então, a medida que simbolicamente sacrificamos nosso coração e nossos pecados no altar, recebemos o Espírito Santo mais plenamente.

Nascemos de novo. Somos agora nova criatura. 

 

Pr  Carlos Henrique

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

EBD Doutrina de Cristo aula 2

 

AULA 2- OS PRINCIPAIS TEMAS DA CRISTOLOGIA

A Cristologia aborda diversos aspectos relacionados à pessoa e à obra de Jesus Cristo. Estudar esses temas é fundamental para termos uma visão fiel e bíblica sobre quem Ele é e o que Ele realizou.

Entre os principais temas, destacam-se:

I. A DIVINDADE DE CRISTO

A Bíblia afirma de maneira clara e poderosa que Jesus é verdadeiramente Deus

João 1:1 declara: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”.

Outros textos, como Colossenses 2:9 ("Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade"), reforçam essa verdade.

A divindade de Cristo é essencial para a fé cristã, pois somente Deus poderia oferecer um sacrifício perfeito e infinito pelos pecados da humanidade,

Um dos pontos salientes da Doutrina Cristológica consiste na afirmativa segundo a qual Jesus Cristo tinha uma dupla natureza, o que o fazia tanto homem na sua essência, como Deus 

 

1.1- A DIVINDADE DE CRISTO NAS ESCRITURAS

A divindade de Cristo está revelada nas Escrituras Sagradas. Isto é claramente percebido, atentando-se para os seguintes testemunhos das escrituras:

a) CRISTO É DEUS (Jo 1:1). "No princípio era o verbo, e o verbo era Deus" Outras referências bíblicas corroboram com a divindade de Jesus Cristo, vejamos a seguir S 10:30. 33, 38; 14: 9. 11; 20: 28; Rm 9:5; C1 1: 25; 2:9; FI 2: 6; Hb 1: 3; 2 Co 5: 19;1 Pe 1: 2; 1 Jo 5: 2; Is 9: 6)

b) CRISTO É TODO PODEROSO (Mt 28:18; Ap 1: 8).

c) CRISTO É ETERNO (Jo 8: 58; -1: 18; 6: 57; 8: 19; 10: 30, 38; 14:7,9, 10,20; 16: 28; 17: 21,26).

d) CRISTO É CRIADOR (Jo 1:3, 10; CI 1: 16; Hb 1: 1, 2).

 

1.2 - O TESTEMUNHO DOS APÓSTOLOS ACERCA DE CRISTO

Para os apóstolos, Jesus Cristo é divino. Os escritos do Novo Testamento não deixam nenhuma dúvida a esse respeito. Basta ver textos como João 1:1 Romanos 9: 5; Tito 2: 13; Hb 1: 8; 1 João 5: 20.

 

1.3 - JESUS E SEUS ATRIBUTOS DIVINOS

a) JESUS É ONIPOTENTE (Lc 4: 35, 36. 41). Ele tem poder sobre OS demônios (Mc 8: 16; 10: 1), tem poder sobre as doenças (Mc 10: 8) e tem poder para guardar (Mt 28: 18;Ap 1:18).

b) JESUS É ONISCIENTE (Jo 21; 17). Jesus sabe tudo.

c) JESUS É ONIPRESENTE (Ef1: 20-25), Ele está presente em todo lugar.

d) JESUS É IMUTÁVEL (MI 3: 6; Hb 13: 8; Hb 1: 12).

e) JESUS É ETERNO (CI 1: 17; Jo 1: 1; Mq 5: 2; Is 9: 6).

f JESUS É ADORADO (Ap 7:9-12; Mt 4: 10; Mt 28: 9-17; 14: 33; 15: 25; Lc 24: 52; Hb 1: 6).

g) A CONSCIÊNCIA DE CRISTO DA SUA DIVINDADE.

O próprio Cristo tinha consciência da sua divindade. Ele mesmo se iguala ao Pai na vida (João 5: 26), na honra. (João 5: 23), na glória (João 17: 5), na eternidade (João 8: 58),no nome (João 8: 24), na fórmula bastimal (Mateus 28: 19).

Ele declara sua união com o Pai (Jo 5: 18; 10: 33, 38). O próprio Cristo sabia da sua natureza divina.

h) AS PRERROGATIVAS DIVINAS DE CRISTO

Jesus exerce atribuições que só cabem a divindade. Ele tem autoridade para perdoar pecados (Mc 2: 10), para alterar a Lei de Deus (Mt 5: 21ss), tem autoridade sobre o sábado (Mc 2: 28), sobre a vida dos homens (Mt 16: 24-26). e tem poder para salvar os homens dos seus pecados (Mt 1:21; Jo 8: 34-36). Por que Ele pode todas estas coisas? Ele é Deus.

 

II. A HUMANIDADE DE CRISTO

Ao mesmo tempo em que é plenamente Deus, Jesus também é plenamente homem. Ele nasceu de uma mulher (Gálatas 4:4), cresceu, sentiu fome, sede, dor e tristeza

Hebreus 4:15 ensina que Ele foi' "tentado em todas as coisas à nossa semelhança, mas sem pecado", demonstrando que sua humanidade era real, mas sem mácula.

A verdadeira humanidade de Cristo nos assegura que Ele pode se compadecer de nossas fraquezas e que sua obediência foi genuína.

 

III. A UNIÃO HIPOSTÁTICA

A união entre a natureza divina e a natureza humana de Cristo é chamada d união hipostática.

Esse mistério central da Cristologia afirma que Jesus não é metade Deus e metade homem, mas plenamente Deus e plenamente homem em uma só pessoa. As duas naturezas coexistem sem se confundirem, sem se misturarem, sem se alterarem e sem se separarem.

Essa verdade preserva tanto a capacidade de Jesus para salvar (por ser Deus) quanto sua capacidade de representar a humanidade diante do Pai (por ser homem).

 

IV. A OBRA REDENTORA

A missão de Jesus é inseparável de sua pessoa. Desde a encarnação até a ascensão, cada momento da sua vida está ligado ao plano de redenção.

Sua vida perfeita cumpriu toda a justiça exigida por Deus. Sua morte na cruz foi o sacrifício definitivo pelos pecados.

Sua ressurreição demonstrou a vitória sobre o pecado e a morte. Estudar a obra redentora de Cristo nos leva a compreender a grandiosidade do amor de Deus e a centralidade da cruz na vida cristã.

 

V. A EXALTAÇÃO DE CRISTO

Após sua ressurreição, Jesus foi exaltado à posição suprema de autoridade no céu e na terra. Filipenses 2:9-11 declara que Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome"

A exaltação de Cristo não apenas celebra sua vitória, mas também nos aponta para o futuro, quando todo joelho se dobrará e toda língua confessar que Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai.

Essa esperança move a Igreja a perseverar em sua missão até o retorno glorioso do Rei.

EBD 2026 A Doutrina de Cristo -aula 1

 

EBD-  - PIBAC - 2026

A DOUTRINA DE CRISTO

AULA 1  – CRISTOLOGIA: INTRODUÇÃO E CONCEITO

 A revelação acerca de Cristo não nos vem por canais humanos naturais; é produto da revelação divina através de vidas transformadas pelo Espirito Santo. (Mt 16:17).

I - CONCEITO

Cristologia é o ramo da teologia crista que estuda a pessoa e a obra de Jesus Cristo, focando em sua natureza divina e humana, sua encarnação, e seu papel na salvação. A disciplina busca compreender quem Jesus é, o que ele fez como e por que, e a relação entre suas duas naturezas - totalmente Deus e totalmente homem.

A Cristologia é a doutrina centra  da fé cristā. Estudar quem é Jesus Cristo, sua natureza, sua obra e seu propósito é fundamental para compreender toda a mensagem do Evangelho.

O termo vem do grego Christos (Cristo) e logia (estudo ou discurso).

A Cristologia é essencial porque a identidade de Cristo está no centro da fé cristã. Sem uma compreensão correta de quem Ele é, a própria base da nossa crença é comprometida.

 

I - A IMPORTÄNCIA DA CRISTOLOGIA

A maneira como entendemos Jesus Cristo influencia profundamente nossa fé, nossa vida espiritual e nossa missão no mundo. Ou seja, a Cristologia não é apenas uma área de estudo teológico; é a base sobre a qual toda a nossa relação com Deus se sustenta.  Algumas razões pelas quais essa doutrina crista é vital incluem:

 

1. Compreensão da Salvação

A salvação é o coração da fé cristã, ela passa exclusivamente por Jesus Cristo. Como declara 1 Timóteo 2:5, "há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem".

Ao estudar a Cristologia, entendemos melhor quem é esse Mediador, como sua vida sem pecado, sua morte vicária e sua ressureição garantem nossa reconciliação com Deus. Sem compreender a Pessoa e a obra de Cristo, nossa visão se torna rasa e incompleta.

2. Fundamento da Doutrina Cristã

Toda a Escritura, do Gênesis ao Apocalipse, aponta para Cristo (Lucas 24:27).A correta interpretação da Bíblia depende de enxergar Jesus como o centro da revelação divina.

A Cristologia sólida orienta nossa leitura bíblica e fundamenta doutrinas essenciais como a Trindade, a graça, a fé e a Igreja.

Quando conhecemos a Cristo profundamente, conseguimos interpretar melhor a Palavra e aplicar seus princípios de maneira fiel.

 

3. Vida Cristã Autêntica

Viver como cristão é mais do que seguir princípios éticos ou frequentar uma igreja. É conhecer e se relacionar com Jesus de maneira transformadora pessoal e transformadora.

Em João 17:3, Jesus define a vida eterna como "conhecer a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste". A Cristologia nos leva a esse conhecimento vivo, fortalecendo nossa fé, " moldando nosso caráter impulsionando-nos a viver conforme o exemplo de Cristo

 

4.Combate às Heresias

Desde a Igreja primitiva, Surgiram falsas doutrinas que distorceram a identidade e a missão de Jesus. Heresias como o arianismo, o docetismo e o gnosticismo tentaram enfraquecer a fé cristā ao negar aspectos da natureza de Cristo. Ainda hoje, muitos movimentos religiosos incorrem em erros semelhantes.

Um estudo sério de Cristologia nos capacita a reconhecer e refutar  tais erros protegendo a pureza do Evangelho e fortalecendo a fé da Igreja.

 

III - O ENSINO BÍBLICO SOBRE A HUMANIDADE DE CRISTO

"Jesus era o filho do homem, conforme Ele mesmo se proclamou". É nessa qualidade que Ele se identifica com toda a raça humana. Para Ele convergem todas as linhas de nossa comum humanidade,

1. A HUMANIDADE DE CRISTO NA BÍBLIA

 a) PELA SUA ASCENDÊNCIA

Ele (quanto ao corpo) nasceu de mulher (Gl 4:4; Mt 1:18; 2:11 12:47; Jô 2:1; Hb 10:5).

Ele veio da descendência humana de Davi (Rm 1:3; At 13: 22,23; Lc 1:31-33; Mt 1:1).

 

b) POR SEU CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO NATURAIS

Jesus Cristo estava sujeito as Leis comuns do desenvolvimento humano e do crescimento gradativo em sabedoria e estatura (Lc 2:40, 46, 52; Hb 5:8).

 

c) POR SUA APARÊNCIA PESSOAL

Jesus Cristo tinha a aparência de homem, e ocasionalmente confundiram-no com outros homens (Jo 4:9).

 

d) POR SUA NATUREZA HUMANA COMPLETA

Ele possuía corpo físico (Mt 26:12)

Ele possuía alma racional (Mt 26:38).

Ele possuía espirito humano (Lc 23:46).

 

e) PELAS SUAS LIMITAÇÕES HUMANAS SEM PECADO

Ele era sujeito à necessidade de sono (Mt 8:24)

Ele era sujeito ao cansaço corporal (Jo 4:6).

Ele era sujeito à fome (Mt 21:18).

Ele era sujeito à sede (Jo 19:28).

Ele era sujeito ao sofrimento e à dor físicos (Lc 22:44)

Ele em sua vida corporal, tinha a capacidade para morrer (1 Co 15:3).

Ele tinha a capacidade para crescer em conhecimento (Lc 2:52).

Ele tinha capacidade para adquirir conhecimento mediante a observação (Mc 11:13).

Ele tinha capacidade para se limitar em seu conhecimento (Mc 13:32).

Ele dependia da oração para ter poder (Mc 1:35)

Ele dependia da unção do Espirito Santo para manifestar poder (At 10:38; Is 61: 1-2).

 

f PELOS NOMES QUE LHE FORAM DADOS, POR ELE MESMO OU POR OUTROS

Jesus (Mt 1:21). Filho do homem (Lc 19:10). Jesus, o Nazareno (At 2:22). O profeta (Mt 21:11) - O carpinteiro (Mc 6:3) - Cristo Jesus, homem (1 Tm 2:5).

 

g) PELO RELACIONAMENTO HUMANO QUE ELE MANTINHA COM DEUS

Jesus Cristo chamou o Pai de "Meu Deus", e "Meu Pai", tomando assim o lugar e assumindo o caráter de homem (Mc 15:34; Jo 20:17).

 

h) PELAS SUAS TENTAÇÕES

Cristo foi tentado como nós em todas as coisas, mas nunca pecou (Hb 4:15). Neste ponto podem surgir duas objeções:

== As tentações de Jesus não foram reais porque Ele não tinha natureza pecadora como nós, a resposta a esta objeção é que os puros também sofrem tentações, assim como Adão e os anjos.

== Cristo, não podia pecar dado a sua natureza sem pecado. Respondemos dizendo que é preciso considerar a intensidade das tentações. Em nosso caso, Deus filtra as tentações antes que elas cheguem até nós (1 Co 10:13). Qual teria sido a medida da intensidade da tentação que Deus permitiu para o seu filho? (Mt 4: 1ss; Lc 2: 44). 0 fato de Ele ser tentado como nós, revela que Cristo tinha a nossa natureza.

 

i) PELA SUA VIDA SEM PECADO

É preciso ressaltar que Jesus Cristo, embora humano, estava livre da depravação moral provocada pela queda (Hb 4:15; 7:26; 2 Co 5:21) e de qualquer transgressão pessoal. Ele foi um ser humano sui generis, quer dizer, único no gênero.

Portanto, segundo a Bíblia, não pode haver dúvida de que Cristo era de natureza humana, como nós, mas com a diferença que Ele não tinha a natureza corrupta que nós temos, nem praticou qualquer pecado em toda a sua vida.

 

Pr. Carlos Henrique

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Pequenas Crônicas da minha terra (9) - Cachoeira da Praia Grande

 





Uma cachoeira em plena praia. Que espetáculo fascinante

Durante cerca de quase 3 décadas, moradores e turistas que iam a praia grande, tinham a alegria de ver  uma queda d’água entre as pedras fazendo um visual maravilhoso.

Geralmente gelada,  o impacto da água sobre o corpo trazia em sensação  única de prazer e felicidade. e na alta temporada era até difícil de conseguir um espaço para saborear essa sensação.

Para completar, essa queda d’água provocava um pequeno riacho que desembocava a beira mar. Se a cachoeira era o local preferidos dos adolescentes, jovens e adultos, o pequeno córrego de água salgada sempre era frequentado por dezenas de crianças, que aproveitavam para construir seus castelos e  para deslizar num escorrego infantil.

Para os que não sabiam,, sempre ficava a interrogação: como assim? Uma cachoeira salgada? de onde vem essa água?

Acontece que no lado esquerdo da praia,,  uma indústria que havia em nossa cidade, a Companhia Nacional de Álcalis, retirava  água do mar através de possantes bombas para refrigerar os maquinários  da empresa.. Essa água era transportada através da calha até ser dividida em 3 tubulações que levava até a indústria..

Geralmente  as bombas puxavam mais águas do que a necessidade da empresa, então havia uma tubulação de saída  do excesso (um ladrão) .  essa  tubulação jogava essa água sobre as pedras, dando início assim a nossa cachoeira.. Quanto mais sobrava água, maios era o volume da cachoeira.

Infelizmente, com o fechamento da empresa, ficamos sem a nossa cachoeira, que embora fosse artificial,  era um grande atrativo de nossa cidade.


terça-feira, 18 de junho de 2024

Pequenas crônicas da minha terra (8) Imbetiba


 

Você conhece a história do naufrágio desse navio?

Praia Grande, no canto esquerdo, há uma sombra escura nas águas transparentes. Algo que nos traz imaginar  como um navio de porte médio veio ficar preso nas areias brancas de nossa praia

Por traz dessa imagem que contemplamos sempre que vamos a essa praia há uma história de uma noite misteriosa.

Em pleno século XIX, no dia 10 de setembro de 1881, zarpa do porto do Rio de janeiro, capital do Brasil Imperial o navio a  vapor Imbetiba com destino ao porto de Imbetiba, em Macaé e depois  seguiria viagem para Campos.

À noite, um forte nevoeiro obrigou a embarcação a navegar “às cegas e pouco antes da meia-noite o navio ficou preso em um banco de areia junto à Praia de Massambaba. Como não havia danos na estrutura do navio, a tripulação ainda lançou parte da carga ao mar e conseguiu remover o navio e seguir. Porém, pouco depois, o embarcação voltou a encalhar, agora em definitivo.

Quando a cerração dissipou, o comandante e os tripulantes perceberam que estavam presos a pouco metros da praia  e ordenou que todos desembarcassem, levando as bagagens e o restante das cargas.

Dois navios vieram para socorrer o Imbetiba, mas não era mais possível , visto que ele já estava com parte da ferragem encobertas pela areia.

Hoje, mais de século depois, o Imbetiba faz parte da beleza da Praia Grande. Tem período que fica quase todo escondido; mas logo vem a maré, a ressaca, o vaivém das ondas e ele fica a mostra, como se quisesse contar a sua história.

sexta-feira, 24 de maio de 2024

Pequenas crônicas de minha terra (7) - Um trem na nossa cidade

 


 

Pequenas crônicas de minha terra (7)

Um trem na nossa cidade

         Na primeira metade do século passado, a nossa região (dos Lagos) tinha como principal fator de desenvolvimento a extração de sal. Havia uma grande necessidade de fazer um escoamento mais rápido.

         Paralelo a isso,  na pequena vila do Arraial do Cabo havia um local ideal para haver esse escoamento via navio no “pontão” do forno, na enseada dos Anjos.

         Em 1929, a Perynas, na época a principal indústria salineira do país, tendo à frente Miguel Couto (futuro Governador e Senador fluminense), obtém o direito de utilizar o porto do Forno.

Para isso é feito um grande investimento, construindo uma estrada de ferro partindo da raia do Forno se dirigindo a Ponta das Perynas na lagoa de Araruama  e com pequenos ramais para a Ponta de Massambaba e Ponta da Costa.

Assim, em média 3 vezes por semana, sem horário físico, um trem a vapor, composto de 3 vagões, carregando toneladas de sal. Esse trem cortava a pequena cidade soltando vapor e faíscas das madeiras queimadas nas caldeiras. E essas faíscas eram um verdadeiro tormento para os moradores vizinhos a estrada férrea.

Acontece que no Arraial havia muitas casas eram de pau a pique, com o telhado de uma espécie de palha retirada em áreas úmidas da restinga. e as faíscas, ao cair nesse telhado, provocava incêndio . Para completar, a água era muito escassa.

Assim sendo, era comum os moradores deixarem latas d’água a frente de casa para um socorro mais imediato. Como não tinha um horário fixo, o jeito era deitar perto dos trilhos, encostando o ouvido, para escutar se havia trem chegando. quem ouvisse, saía a gritar “O trem está chegando, o trem está chegando” e tomavam posições, “armados com as suas latas para defender suas casas.

Hoje, não temos mais sinais dessa linha de ferro.


quarta-feira, 22 de maio de 2024

Pequenas crônicas de minha terra (6) Porto do forno

 





Pequenas crônicas de minha terra (6)

Porto do Forno

            Lembranças de  que durante a minha adolescência na década de 70, aos domingos à tarde, saiamos em pequenos grupos para o “cais”, poie era um dia permitido de ser visitar os navios. Era tudo muito limpo e organizado e um tripulante, vestido como marinheiro, nos acompanhava a falar sobre o navio, a bussola, o leme, a importância do transporte naval.

            O porto do Forno (nosso antigo cais) está preste a completar 100 anos. O que era um pequeno cais de embarque e desembarque de pescadores, primeiro se transformou num espaço de barcos maiores para levar o pescado para a capital da república e outras cidades.

Depois, como o desenvolvimento das salinas na nossa região, se transformou no ponto final da saída do “ouro branco” para as outras cidades.  Foi algo que cresceu tanto que nos anos 30, foi construída uma estrada de ferro, onde um trem fazia o Perynas até o porto, facilitando assim o escoamento da produção.

Nos anos 50, foi pelo porto que toneladas de máquinas vinham da Europa para a implantação da Companhia Nacional de Álcalis, exigindo para isso melhorias para receber grandes navios.  Depois, foi sempre uma parceira importante na indústria, tendo um grande fluxo.

Algo que mexia com  a rotina da cidade era ouvir os apitos do navio chegando,  pois era um atrativo para a pequena cidade ver aquela grandes embarcações se aproximar e atracar no cais.

Essas lembranças  me fazem ter a noção que o Porto do forno, o nosso cais, era algo muito mais nosso. Tínhamos uma espécie d sentimento de pertencimento que, infelizmente, fomos perdendo com o tempo.

Hoje, parece que o porto está no Arraial... mas não é nosso.


Pequenas crônicas de minha terra (5) Sal – O ouro branco

 



Pequenas crônicas de minha terra (5)

Sal – O ouro branco

            Somos  fruto de uma aldeia de pescadores. Essa é a nossa vocação embrionária.  Mas paralela a essa vocação, muitos moradores  do Arraial do Cabo, assim como de toda a Região dos Lagos, teve a extração do sal como uma maneira digna de, com o suor do corpo, trazer o sustento para a família.

            E foi através dessa extração do Sal que a região teve os primeiros sinais de desenvolvimentos, pois saia de nossa região tonelada de sal para abastecer os grandes centros comerciais do Rio de Janeiro e de São Paulo.

            Entre esses primeiros sinais de desenvolvimentos, podemos dar como exemplo a construção do Porto do Forno, localizado em um local estratégico e a chegada de uma linha de trem que recebia o sal dos armazéns e traziam até barcos (navios) para um transporte mais eficaz.

            Nas décadas de 70 e 80 teve início a queda dessa atividade econômica e hoje restam poucas salinas em nossa região, sendo uma na região de Figueira.

            Interessante lembrarmos que a empresa de transporte de ônibus que atende a nossa região se chama Salineira, pois serve as nossas antigas salinas transformadas em bairros e em municípios.

            O grande ícone desse tempo não são os lindos moinhos nem as belas quadras brancas. São os SALINEIROS, brava gente de nossa região que com suor e trabalho digno, ajudaram no crescimento de nossas cidades


Pequenas crônicas de minha terra (4) - O TELEGRAFO DO CABO

 







Pequenas crônicas de minha terra – 4

O telegrafo do Cabo

Muito antes da construção do FAROL VELHO, em um dos pontos mais altos do Pontal do Atalaia,  em um mirante natural, foi erguida uma construção  para funcionamento de um Telegrafo.

Em um local estratégico, pois a visão do local é bastante ampla, podendo avistar navios e barcos a distância. O telegrafo tinha a função de se comunicar com as embarcações  através de um código de bandeiras, como também de enviar mensagens para outros observatórios.

Assim eram monitoradas as embarcações que apareciam por todo   nosso litoral, e com certeza, os piratas e os invasores eram descobertos com certa antecedência.

Podemos viajar no tempo e imaginar o trabalhador  no silencio do mirante, a observar o mar, em dias de calmarias e em dias de tormentas, a procurar um ponto diferente no horizonte e observa-lo até se aproximar mais e se dar a conhecer.

Hoje, desse local, só restam histórias e uma imagem da ruína.


segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Pequenas crônicas da minha terra 3 - O bicho do Cabo

 


O bicho do Cabo

Existe na literatura brasileira uma história contada em 1854 pelo escritor cabofriense Teixeira e Souza, primeiro romancista brasileiro, em seu livro Providência, que faz menção a um acontecimento em nossa região entre os anos de 1819 e 1820.

Nessa época uma terrível seca afligiu cabo frio e todo o seu contorno.  Esta seca foi tão rigorosa que não só fez secar a quase todos os pântanos e lagoas que nunca secaram, como fendeu o solo até grande profundidade. E esse acontecimento coincidiu com  aparição de um animal marinho até então desconhecido, fazendo com que o povo ligasse a seca com aparição.

Perto de Cabo frio, há três léguas, existia um pequeno arraial, que era chamado simplesmente “o Cabo”. E como era nas praias desse local que aparecia esse anfíbio, o povo lhe chamava de “o bicho do Cabo”. O povo dizia que esse animal era muito feio, porém nunca fez mal a pessoa alguma, e que as vezes ele foge da presença humana.

Um dia, esse pobre bruto envolveu-se numa rede dos pescadores, e esses, por sentirem grande pavor, o mataram a pauladas e fisgadas. Enquanto apanhava, o coitado soltava gritos como os humanos. Depois de morto, cortaram uma das mãos e andaram mostrando pela cidade.

Atribuía-se a esse animal coisas extraordinárias e por incrível que pareça, após essa fatalidade, veio uma forte chuva  na região, acabando com a seca e fortalecendo a crença que tudo era causa do bicho de Cabo.

Pequenas crônicas da minha terra 2 - Somos Arraial e Cabo


 A nossa referência

As vezes ficamos a pensar sobre o nome de nossa cidade. E entendemos que não poderia haver nome mais esclarecedor sobre nossa localização e nossa origem. Lembro que na época da emancipação, algumas pessoas deram a ideia de trocar o nome. Alguém até sugeriu Cidade do Cabo. Ainda bem que não trocaram. Afinal tivemos origem e ficamos por alguns séculos como um simples arraial na pontinha de um distante cabo, praticamente dentro do mar

Arraial é uma palavra de origem portuguesa que significa acampamento ou lugar onde se acampa. No Brasil, o termo é utilizado para se referir a pequenas vilas ou povoados que surgiram a partir da união de grupos de pessoas em torno de uma atividade econômica, como a mineração, a agricultura e, no nosso caso com a pesca.

Por sua vez, Cabo é um acidente geográfico formado por uma massa de terra que se estende adento de um oceano ou mar. Muitas vezes essa extensão de terra exerce influências sobre correntes costeiras e outras características oceanográficas.

Assim somos, por natureza, um povoado mar adentro, uma pequena vila a beira-mar, uma aldeia de pescadores ou sintetizando, um Arraial do Cabo. Interessante que a preposição “do” nos fornece uma ideia de pertencimento. Pertencemos a esse local. Pertencemos a essas praias de areias brancas, a esse marzão de águas frias. Temos em nossa pele as marcas do vento, das brisas, respiramos esse cheiro de mar

Somos um Arraial no Cabo.

quinta-feira, 2 de novembro de 2023

Pequenas crônicas de minha terra - 1 A corte imperial e o cemitério do Arraia


 

Pequenas crônicas de minha terra - 1

A corte imperial e o cemitério do Arraial

Em  Abril de 1847, o jovem imperador d Brasil, D. Pedro II, então com 21 anos, acompanhado de sua esposa,  a imperatriz Teresa Cristina visitou Cabo Frio e estendeu  o passeio, chegando ao Arraial, na época  2 pequenos aglomerados de choupanas  distribuído em duas belas praias. Nesse contado da sua majestade com o povo simples cabista, surgiu um pedido: O povoado estava necessitando da construção de um cemitério para enterrar os seus queridos. O imperador voltou para a corte, deixando essa promessa.

O tempo foi passando, e 21 anos depois,  a princesa Isabel, filha do Imperador veio passear em nossa região  com o seu marido, Gastão de Orléans o Conde d’Eu, e estenderam a viagem até o Arraial, com o intuito de finalmente cumprir a promessa do imperador. 

Mas não foi nada fácil. Por causa da grande rixa entre os moradores da praia dos Anjos com os moradores da Praia Grande, o terreno tinha que ser entre os dois locais. Várias opções foram descartadas  até se achar o local ideal.

Mas ainda teve uma outra situação que fez a Princesa “rir com tamanha rixa”. os moradores  pediram um muro no meio para dividir o cemitério em dois, para cada bairro enterrar no seu lado.  A princesa resolveu o caso, fazendo marcos que criavam uma linha imaginaria separando os dois lados. Assim durante muitos anos os que moravam no bairro  na Praia Anjos eram enterrados a direita  e os que moravam na Praia Grande eram enterrados  a  esquerda do cemitério.

Em tempo, o nome do cemitério do Arraial é Princesa Isabel

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Pequenas crônicas dos 100 anos da Pibac - 100

 

100 - Agora é hora de escrevermos o segundo século

Depois de uma festa tão bonita onde ouvimos por meio dos pregadores tantos desafios em sermos uma igreja centenária, nasce no coração uma pergunta:  Como continuarmos relevantes e influentes em uma sociedade exigente, descomprometida com a Palavra de Deus e com o próprio Deus onde diversas ideologias vem divergir com os padrões morais e espirituais que a Igreja defende? 

Surge a necessidade da Igreja prosseguir levantando a bandeira da pregação do Verdadeiro Evangelho, o amor que nos exige uma entrega ao outro com sabedoria para que o assistencialismo não tome conta da proposta real que é o cuidado com o homem no todo a fim de promovermos a autonomia e libertação. 

Faz-se necessário que a Igreja escreva uma história de respeito para com a sociedade no combate ao toda a discriminação e injustiça, que a política da Igreja seja nunca de omissão, mas sem partidarismo e politicagem.

Que a igreja pregue o Cristo da cruz com olhar cheio de amor com a mente na mensagem da ressurreição que nos promove a esperança de vida eterna. Prossigamos agora rumo a 1011, 102, 103... e outros com a vida na VIDA.

 (
Pr. Carlos Henrique Soares)

Pequenas crônicas dos 100 anos da Pibac - 99

 

1923 – 2023   Centenário da Família Pibac

Como vimos no decorrer da história, a nossa cidade e a nossa igreja passaram por grandes transformações.

 Infelizmente, nós não temos mais a primeira ata. E  também não temos a relação total dos primeiros membros da igreja. Mas queremos pegar como exemplo 3 irmãos que temos certeza que foram parte daqueles fundadores.

Como sabemos, o vilarejo de Arraial do Cabo era praticamente dividido em duas pequenas aldeias: A da Praia Grande e a da Praia dos Anjos e havia entra elas uma competição e certa inimizade.

Pois bem,  podemos destacar que os senhores Venâncio Mello , morador da Praia dos Anjos e Antônio Teixeira, morador da Praia Grande aprenderam a ser irmãos aqui.

Venâncio Mello e Antônio Teixeira eram cabistas. Mas desde o início, o evangelho em nossa cidade alcançou os que eram forasteiros. O terceiro é o Sr. Clodoaldo Goncalves, o Nhozinho, que não era natural de nossa cidade, mas sim,  de São Pedro da Aldeia.

Esses exemplos de homens de valor de nossa igreja nos mostram que mais do que família Mello, Teixeira, Gonçalves, Souza, Oliveira, Macedo, Almenara,  Soares,
Almeida, entre outras, a grande conquista da nossa igreja centenária é ter formado a FAMILIA DA PIBAC.

Parabéns, pois fazemos 100 anos como família  Pibac!